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Ananda Urias

Como proteger seu filho de um afogamento

Muito tem se falado sobre AFOGAMENTO, mas o que poucas pessoas falam é que esse tipo de acidente pode acontecer até dentro da nossa própria casa. Baldes e banheiras também estão entre os causadores de acidentes domésticos ligados à afogamento. Então, que tal aprender a fundo as formas de proteger o seu filho de um afogamento?

• Esvazie baldes, banheiras e piscinas infantis depois do uso e guarde-os sempre virados para baixo e longe do alcance das crianças;

• Mantenha baldes com água no alto, longe do alcance das crianças;

• Conserve a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrada com algum dispositivo de segurança “à prova de criança” ou mantenha a porta do banheiro trancada;

• Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com alguma proteção que não permita “mergulhos”;

• Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m que não possam ser escaladas e portões com cadeados ou trava de segurança que dificultem o acesso dos pequenos;

• Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes. Esses recursos devem ser usados em conjunto com as cercas e a constante supervisão dos adultos;

• Grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água;

• Evite brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água;

• Saiba quais amigos ou vizinhos têm piscina em casa e quando levar a criança para visitá-los, certifique-se de que será supervisionada por um adulto enquanto brinca na água;

• Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança. Eles podem estourar, virar a qualquer momento e ser levados pela correnteza. O ideal é que a criança use sempre um colete salva-vidas quando estiver em embarcações, próxima a rios, represas, mares, lagos e piscinas, e quando estiver praticando esportes aquáticos;

• Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;

• Muitos casos de afogamentos aconteceram com pessoas que achavam que sabiam nadar. Não superestime a habilidade de crianças e adolescentes;

• No mar, a vala aparenta uma falsa calmaria, mas representa o local de maior correnteza que leva para o alto mar. Ensine a criança a nadar transversalmente à vala até conseguir escapar ou a pedir socorro imediatamente;

• O rápido socorro é fundamental para o salvamento da criança que se afoga, pois a morte por asfixia pode ocorrer em apenas 5 minutos. Por isso é tão importante que pais, responsáveis, educadores e outras pessoas que cuidam de crianças aprendam técnicas de primeiros socorros;

• Tenha um telefone próximo à área de lazer e o número do atendimento de emergência (SAMU: 192 e Corpo de Bombeiros: 193).

Tudo cuidado é pouco quando o assunto é segurança infantil. Compartilhe, divulgue, ajude outras mães a cuidarem de seus filhos.

beijos,

Ananda Urias

ananda@maezice.com.br

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A morte por afogamento é rápida e silenciosa

Você passou a vida inteira vendo em filmes e na televisão, afogamentos barulhentos e cheios de pedido de socorro. Não é? Mas, através desse post, você vai aprender que na maioria dos casos o afogamento é um evento silencioso e que pode passar despercebido até por quem está ao lado do acidentado.

A Resposta Instintiva de Afogamento ou IDR (da sigla em inglês “Instinctive Drowing Response”) – termo cunhado por Francesco A. Pia, Ph.D – é o que as pessoas fazem para evitar o sufocamento real ou percebido (imaginário) na água. E isso não se parece com o que a maioria das pessoas esperaria. Há quase nenhum tipo de aceno frenético ou gritos de socorro. Para se ter uma idéia de quão quieto ou desprovido de agitação na superfície o afogamento pode ser, considere o seguinte dado fornecido pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC):

  • O afogamento é segunda causa de morte acidental em crianças até 15 anos (a primeira são acidentes de trânsito);
  • Das cerca de 750 crianças que se afogarão nos próximos 12 meses, ao menos metade acontecerá a menos de 25 metros de um dos pais ou adulto;
  • Em 10% desses afogamentos, o adulto o presenciará sem ter idéia de que está acontecendo. O Afogamento não se parece com afogamento.

Em um artigo para a Revista On Scene, da Guarda Costeira Americana (edição de Outono de 2006, pág. 14), o dr. Pia descreveu o IDR como segue:

  1. Exceto em raras circunstâncias, pessoas se afogando estão fisiologicamente incapacitadas de gritar por socorro. O sistema respiratório foi projetado para a respiração; a fala é uma função secundária. A respiração precisa acontecer antes que a fala ocorra;
  2.  A boca de quem se afoga fica alternadamente acima e abaixo da superfície da água, e quando acima não tem tempo suficiente para exalar, inalar, e gritar por socorro rapidamente antes que comecem a submergir novamente;
  3. Pessoas se afogando não acenam por socorro. O instinto as força a estenderem os braços lateralmente e pressionar a superfície da água de forma a permitir que a pessoa erga o corpo e, respectivamente, sua boca para respirar;
  4. Durante todo o tempo que dura o IDR, quem está se afogando não consegue controlar voluntariamente os movimentos dos braços. Fisiologicamente, não conseguem parar de se debater na superfície da água e interromper o afogamento com movimentos voluntários como acenar por socorro, nadar em direção a um possível resgate, ou tentar alcançar algum tipo de equipamento que as ajudem a flutuar;
  5. Do começo ao final do IDR, o corpo da pessoa permanece vertical em relação á agua, sem evidência de esteja dando pernadas para se manter nessa posição. A menos que seja resgatada por um salva-vidas treinado, ela só conseguirá se manter nessa posição entre 20 e 60 segundos antes de submergir.

(Fonte: On Scene Magazine: Fall 2006)

Isso não significa que uma pessoa gritando por ajuda ou se debatendo na água não esteja em perigo real – elas estão passando por um episódio de stress aquático. Nem sempre presente no IDR, o stress aquático não dura muito tempo, mas ao contrário do afogamento, essas vítimas ainda podem auxiliar em seu próprio salvamento agarrando bóias, cabos de resgate, etc. Fique atento para esses outros sinais de que um afogamento pode estar acontecendo:

  • Cabeça baixa na água, boca abaixo da superfície;
  • Cabeça inclinada para trás com a boca aberta;
  • Olhos vidrados e vazios, sem foco;
  • Olhos fechados;
  • Cabelos sobre a testa ou olhos;
  • Posição vertical na água, sem o uso das pernas para dar propulsão;
  • Hiperventilação ou engasgos;
  • Tentativa de nadar um uma direção particular sem progresso real;
  • Tentativa de se virar de costas para a água;
  • Movimento de subir escadas, raramente para fora d’água.

Portanto, se um tripulante ou passageiro cair na água e tudo parecer em ordem, não esteja tão certo disso. Às vezes a indicação mais comum que alguém está se afogando é que… não parece que eles realmente estão. Pode parecer que estão apenas boiando e olhando para o deck.

Como se certificar que uma pessoa está em perigo? Pergunte claramente “Você está bem?”. Se a pessoa puder responder qualquer coisa ela provavelmente está. Se você receber como resposta apenas um olhar vazio, você tem menos de 30 segundos para salvá-la antes que se afogue. E um recado aos pais: crianças brincando na água são barulhentas. Quando elas ficarem quietas, vá rapidamente verificar o porquê. 

Fonte:  gcaptain.com

Não deixem de compartilhar e ajudar a salvar vidas!

Beijos, 

Ananda Urias

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O amor engorda

“Não, este não é um antes e depois de perda de peso. Mas é uma história de vitória.
Escrevo isto com meu coração. E isso dói.
À esquerda – Esse era o meu corpo antes de ter filhos.
Sem estrias ou cicatrizes, com piercing no umbigo. Um umbigo alto. Um estômago reto. Eu estava sempre de dieta naquela época. E esta foi a dieta mais eficaz que eu fiz.

À direita sou eu agora. Estrias. Um umbigo caído. Um corpo maior, sem muitos ossos salientes, mas com mais covinhas que representam a celulite. As pessoas não querem ver esta foto. Não é agradável para os olhos. Não é um corpo a ser admirado.

Este corpo não é o resultado de uma dieta com apenas carne. É um resultado de comer de tudo. Frutas, legumes, carboidratos, massas, arroz, bolos, chocolate .. Às vezes, 20 nuggets de frango. Peixe … Nem sempre é saudável, mas 99% é. Os nuggets são para quando estou cansada … Claro.

As cicatrizes, as estrias e a barriga flácida é porque eu fiz seres humanos. Eu comi um pouco mais de bolo, eu bebi um pouco mais de vinho. Fiz bolos de caneca às 9h da noite e me aconcheguei no sofá com o meu marido. Mas por alguma razão, eu não amo este corpo. É triste. … Mas quer saber? Tenho conseguido mais coisas com este corpo do que com o meu velho corpo. Eu comi mais alimentos bons. Eu vivi mais, tenho me doado mais, tenho me divertido mais. Tenho vivido. Este corpo, ESTE corpo deve ser comemorado e admirado.
Eu devo me admirar. Eu devo me amar.
Eu ainda quero me parecer com a primeira foto, sem dúvida. Eu sinto falta daquele corpo, isso me deixa triste. Mas eu quero chegar lá de uma forma saudável, mentalmente e fisicamente. Eu quero ter orgulho e estar em paz com este eu quero gostar do que eu tenho agora.

Não interessa qual o seu tamanho. Você merece ser celebrada.
Então, ame seu corpo, porque você realmente só tem um!”

Texto: Laura Mazza

Lindo, né? Super me identifiquei e por isso, quis dividir com vocês! Não esqueçam de compartilhar com as amigas, tenho certeza de que elas vão amar!

Beijos,
Ananda Urias
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Criar o filho dos outros é fácil

Criar um filho não é nada fácil, mas aquela ‘vizinha’, algumas pessoas da família e a aquela mãe amiga sabem criar meu filho melhor do que eu. Impressionante! Alguns dias, tenho vontade de bater na sua porta e deixar o meu filho por lá. Vai que assim, o batalhão da perfeição consegue por ordem na minha “falha educação”.

A perfeição mora do lado de lá, onde eu não consigo alcançar. Para o terror das pessoas que insistem em me ‘aconselhar’, meu filho não dorme a noite inteira, não come como deveria, assiste mais tv do que eu gostaria, se joga no chão quando lhe é negado o chão ou um brinquedo desejado. As vezes, ele coloca o pé sujo no sofá, come com a boca aberta, quer pegar a comida com a mão, sobe em cima da mesa, grita quando contrariado! Não fico calada, não sou permissiva, mas educar não é fácil não! Sei que dou o meu melhor, faço o meu possível e já sofro o suficiente com o meu próprio julgamento.

Para as pessoas que ‘me’ julgam, gostaria de dizer que estou à disposição para ajudar a encontrar soluções criativas para os seus dias difíceis, porque ao invés de julgamento QUERO oferecer a minha EMPATIA. Posso te levar para passear, dizer que ser mãe não é fácil, te consolar e dizer que tudo isso vai passar!

Ser mãe do filho dos outros pode até ser fácil, mas eu prefiro encarar a minha maternidade e conquistar, dia após dia, a minha própria vitória! Então, quando as coisas por aí apertar, terei um bolinho quentinho e um ombro amigo para te ofertar!

Texto escrito por Ananda Urias, inspirado nas mães que criam mentalmente o filho dos outros.

Qualquer semelhança com a sua vida não é mera coincidência. (rs!)

Beijos,

Ananda Urias
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Tudo sobre a minha mastopexia (plástica para seios caídos)

Assim que me tornei mãe pela primeira vez, há mais de 7 anos atrás, me deparei com uma realidade ainda desconhecida por mim: meus seios, que sempre foram ‘normais’, ganharam uma flacidez que me deixou triste e abalou a minha auto estima. Nesse período, em uma ida ao cirurgião plástico, decidimos colocar silicone. Escolhemos uma prótese de 300 ml, que completou de forma perfeita o espaço que estava sobrando por lá!

Depois da segunda filha, foi necessário passar por mais uma intervenção cirúrgica, dessa vez a mastopexia (cirurgia que levanta seios caídos!). Para falar de forma mais detalhada, gravei um vídeo para o nosso canal do Youtube (Se inscreva aqui!), respondendo as perguntas mais frequentes das nossas seguidoras nas redes sociais. Tá querendo saber mais detalhes sobre a cirurgia? Aperta o play e vem com a gente!

Se quiser fazer perguntas, deixe nos comentários. Será um prazer imenso te ajudar nessa descoberta!

Beijos,

Ananda Urias
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É BOATO – PEPPA PIG CAUSA DANOS ÀS CRIANÇAS, DE ACORDO COM PESQUISA DE HAVARD

Nos últimos dias, milhares de blogs e grupos maternos compartilharam uma notícia que me deixou intrigada (e até um pouco revoltada!): De acordo com pesquisadores de Harvard, Peppa Pig causaria danos às crianças. Leia na íntegra a notícia que anda circulando pela web:

Em 2012, o estudo constatou que a série infantil pode causar problemas de ajuste social em crianças, além de desenvolvimento de complexos psicológicos graves, causado pelo estímulo recebido pelas crianças na fase inicial do desenvolvimento cognitivo, marcando sua maneira de funcionar na sociedade.

Marc Wildemberg, um dos psicólogos que conduzem o estudo, diz que as crianças que vêem o programa por mais de 80 minutos por dia aumentam as chances de distúrbios quando socializam em desenvolvimento, de modo que as crianças não desenvolvem a capacidade de entender as pessoas nem de ser tolerante com outros pensamentos.

Tudo isso é resultado do exemplo que oferece a protagonista da série: Peppa, que é mostrada como superior aos outros, mostrando nenhum respeito nem para sua família, nem por objetos estranhos. Portanto, um complexo de superioridade seria criado em seus espectadores jovens, desenvolvendo a sua falta de respeito e falta de tolerância para outras opiniões ou pessoas.

“O desenho mostrou grande popularidade e deixou de ser exibido, a fim de evitar que mais crianças possam vê-la, mas, infelizmente, muitos pais continuam mostrando para os seus jovens através de plataformas como o YouTube, causando um grande dano no desenvolvimento da personalidade dessas crianças”.

AGORA VEM A VERDADE –
De acordo com o site Boatos.org, depois de uma pesquisa minuciosa (através do departamento de pesquisas da universidade – veja aqui) descobriu-se que HARVARD NUNCA realizou uma pesquisa sobre a PEPPA PIG e os danos causados pelo desenho em questão. Ah, e pra piorar! O tal pesquisador ‘Marc Wildemberg’ não existe por lá, e pelo visto é apenas um codinome usado para divulgação de pesquisas sensacionalistas e falsas (dá um google aí!)

A primeira notícia sobre essa falsa pequisa, surgiu em um site mexicano que é reconhecido por divulgar notícias falsas e sensacionalistas. Quando alguém (que não se sabe quem) decidiu traduzir para a língua portuguesa a pesquisa, retirou alguns trechos interessantes. Um deles, falava que Peppa Pig era capaz de causar autismo nas crianças. Vale a pena salientar que as evidências indicam que autismo não é uma condição adquirida, mas que as pessoas já nascem com essa diferença neurológica.

O desenho não deixou de ser exibido nem no Brasil (onde passa no Discovery Kids), nem na Inglaterra (que é o seu país de origem!). No YouTube ainda é possível encontrar canais com todos os episódios dublados à disposição. Oba!

Eu concordo plenamente que a porquinha é um tanto quanto atrevida e os seus pais, em alguns episódios, são um pouco permissivos, mas existe muita coisa boa também que é ensinada para as nossas crianças através do dia a dia da porquinha. Seus amigos sempre presentes, sua família sempre unida, suas brincadeiras sempre divertidas.. Ah! Deixem a porquinha em paz! 🙂

Fonte: Boatos.org

Compartilhem!

Beijos,

Ananda Urias
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Você não precisa ser uma SUPER mãe

Filho, me perdoe mas não serei a sua super mãe, nem a sua super heroína, muito menos a sua super protetora. Gostaria de contar em primeira mão, que eu não espero que você seja um super filho, nem tenham super poderes para me agradar.

Seja apenas você, dê sempre o seu melhor em tudo, mas deixe a sua capa de “super” em casa. Melhor, jogue fora, nunca use, abominem os poderes que a sociedade insiste em impor – a nós mulheres. De super mesmo, desejo à você apenas AMOR.

Ontem, escutei uma conversa entre mães que se diziam “super” porque cuidavam de seus filhos, davam “conta” do marido, limpavam a casa, trabalhavam, tudo junto e ao mesmo tempo. Mulheres de garra, mas visivelmente abaladas, cansadas, estafadas. Prontas para desmoronar por dentro, mas por fora mantendo a capa de super mãe intacta.

Quando a barra da sua vida ficar pesada, não se acanhe em pedir ajuda. Super pessoas não existem… E quem assim se denomina, perde tempo demais lutando por um ideal de força e superação, competindo e idealizando, enquanto poderia estar simplesmente vivendo e amando.
Seja humilde, reclame, chore, escancare as suas dores para quem as amam. Peça ajuda, perdão, conselhos, na maternidade e na vida.
Você não vai dar conta de tudo sozinha, e não há mal nenhum nisso…

O amor incondicional é o único poder que desejo ter, e ele existe apenas por você!

Mãe, deixa a tua capa de super heroína em casa, amiga. Vamos aprender a ser “apenas” mãe de carne e osso…

Texto: Ananda Urias

Ananda Urias
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Viajando com Filhos

Viajar com filhos é SEMPRE bom, mas a gente sabe que estar com crianças demanda uma estrutura mais organizada e passeios que gerem interesse neles, né? Pensando nisso, o Mãezice começa hoje o primeiro vlog #ViajandoComFilhos. O nosso primeiro destino foi a Serra de Guaramiranga, localizada há 110km de Fortaleza (CE). Tenho certeza de que você vai amar todas as dicas e locais por onde passamos! Aperta o play e não esquece de seguir o nosso canal do Youtube.

Gostaram?
Beijos,
Ananda Urias
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Por que você deveria empoderar SUA criança

Muito se fala sobre o empoderamento materno. Era comum, há pouco tempo atrás, as pessoas relacionarem a sua forma de empoderamento a via de parto escolhida. Ao meu ver, uma grande bobagem relacionar algo tão profundo com a sua escolha pela cesárea ou o parto normal. O empoderamento na verdade, é a chance que temos de viver uma maternidade diferente daquela que a sociedade nos impõem.

O empoderamento é o grito de liberdade para quem deseja ENFIM ser exatamente quem deseja ser. Ser autêntico em um mundo que aniquila (sem dó nem piedade) a tua confiança para te enquadrar em padrões convencionais não é fácil, mas é possível.

Ao meu ver, não só as mães, mas principalmente as nossas crianças gritam por empoderamento. E devido à urgência do caso,  nadar contra a corrente se faz necessário.

É MUITO difícil fugir da repetição da figura materna que nos acolheu e nos educou. Minha mãe é uma mulher extraordinária. Foi mãe solo em uma época onde isso era um crime contra a moral e os bons (oi?) costumes, mas mesmo me levando para o caminho do empoderamento PESSOAL, fazendo com que eu acreditasse em mim e nas minhas qualidades, ainda escutei por anos que eu era uma pessoa difícil. Veja bem, eu não a culpo por ter repetido infinitas vezes aquilo que ela escutou de seus pais. Há um tempo, me via cruelmente repetindo o mesmo discurso para a minha filha de apenas 7 anos. Até que eu me vi encurralada em minhas próprias lembranças e me deparei com a realidade: somos responsáveis pela forma como os nossos filhos se enxergam, se aceitam e se amam. Duro, porém real.

A maternidade e paternidade é assim mesmo. E se empoderar dá trabalho, além de gerar uma dor estrutural que muita gente não quer sentir! Não julgo, cada um sabe de si. Mas aqui eu tenho diariamente colocado mais “a cara no sol”.

Infelizmente, demorei a atentar para a necessidade do EMPODERAR. Minha filha mais velha, fruto dessa revolução, estava demonstrando uma insegurança e um necessidade de aceitação que doía até em mim. Foi chegada a hora de aceitar a personalidade, mas iniciar a revolução através do Empoderamento.

Claro que no caso da minha filha, existiam motivos para tais mudanças de comportamento: uma mudança de cidade, escola, saudades da família… Geraram nela uma crise existencial e em mim um pânico materno. Toda a teoria evaporou e eu, daqui, só conseguia repetir: ela é difícil! Nossa, como ela é difícil! Nossa, ser mãe é tão difícil. Nada que abalasse o meu amor, mas na altura eu já não me considerava certa dos caminhos a trilhar. MAS eu descobri que, na verdade, esquecei de me empoderar. E foi ali, em meio a um furacão de emoções que eu, encontrei o caminho a seguir.

Rasguei as teorias, os livros  que nos ensinar a criar meninas (eu quero mesmo é criar um ser HUMANO), aquele que manda deixar a criança chorar, aquele outro que fala sobre a plenitude e perfeição francesa. Nunca quis ser perfeita… Então, deixa ele pra lá!

Foi aí também que eu descobrir que empoderamento tem a ver com ser exatamente aquela pessoa que sou, só que para as minhas filhas. Aquela que sorri, que chora, que diz “agora não, estou estressada! (Sim, eu falo isso para a minha mais velha e ela aprendeu a respeitar), aquela que explica que em alguns momentos a gente também precisa de silêncio, de solidão, de alguns minutos a sós no banheiro. Ensino ela a ir, sem olhar pra trás e sem medo de ser feliz, porque ela PODE, ela CONSEGUE, ela é CAPAZ. Como também ensino ela a PENSAR, RESPEITAR, CALAR e se desculpar.

Nesse dia, também parei de repetir o discurso de 1990 de que ela é difícil. As situações, muitas vezes, são difíceis (e não há mal nenhum nisso, assim é a vida!), mas a minha filha é apenas uma criança aprendendo a viver nesse mundo tão cheio de sentimentos contraditórios. Não é difícil ser, a verdade é que é difícil crescer!

É difícil crescer, dia após dia, como mãe. Encarar os erros que são muitos, dormir com a culpa, abraçar os medos… Mas no dia em que me empoderei, descobri que tá tudo bem se hoje eu não dei conta, minha filha nem sempre dará também…

Enquanto o mundo tenta te acuar, usando o discurso clichê: vai ficar mimada, vai dar trabalho, vai ser uma criança difícil. Eu GRITO para o mundo que eu ela VAI ser feliz, vai ser segura de si, vai ter personalidade forte, vai correr atrás dos seus sonhos, vai saber o seu real valor.

Não CONFUNDA empoderamento com permissividade! Não confunda amor com “tudo pode”. Uma mãe que empodera o seu filho é PARCEIRA nas descobertas boas e ruins, é uma motivadora nos percalços da vida, é aquela pessoa que coloca o ombro à disposição para que o filho possa subir e descobrir o que tem além dos muros em que habita.

Empondere uma mãe, empodere um pai, empodere uma criança e colha os frutos dessa revolução.

texto: Ananda Urias

Ananda Urias
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10 coisas para fazer antes que os filhos cresçam

O tempo é implacável, corre depressa e não espera a gente se adaptar às situações ou se acostumar com algumas dores da maternidade. A verdade é que, sorrindo ou não, os nossos filhos crescem ligeiro. Ultimamente, tenho visto cada vez mais mães abrindo o verbo e mostrando o lado difícil da vida de mãe. Acredito, piamente, que temos mesmo que nos afastar do modelo de mãe perfeita, mas ao mesmo tempo vemos (cada vez mais) comentários nas redes sociais que expõem o lado sombrio da experiência pessoal delas. SER MÃE NÃO É FÁCIL, mas ao mesmo tempo PASSA RÁPIDO DEMAIS para focarmos apenas na dificuldade. Por isso, decidi fazer uma lista com 10 COISAS PARA FAZER ANTES QUE OS NOSSOS FILHOS CRESÇAM. 

1 – NINAR O BEBÊ NO COLO E NÃO LARGAR

Ele acabou de dormir, depois de você cantar aquela canção de ninar e fazer aquele carinho dengoso na orelhinha e agora está na hora de colocar o bebê no berço ou na sua caminha. Certo? Na maioria dos dias sim, mas pelo menos uma vez na vida VIVA esse momento como se não houvesse amanhã. Velar o sono do filho enquanto você o tem no colo é a forma mais incrível de recarregar as baterias emocionais que eu conheço! Em breve, muito em breve, ele não caberá no seu colo ou não vai querer mais se sentir amassadinho pelo seu colo… Aproveite!

2 – ESQUEÇA O CELULAR E APROVEITE AQUELE OLHAR CARINHOSO

Se tem uma coisa que recém nascido e bebês fazem, como ninguém, é demonstrar afeto pelo olhar. Essa é a forma mais singela e real de expressão desse serzinho que acabou de nascer. A vida de recém mãe é cansativa, tudo que você deseja é dar o mamá (seja o peito ou a mamadeira) e ir descansar ou se organizar, mas enquanto você está ali CURTA O MOMENTO. Muitas vezes, o celular nos faz companhia para não dormirmos sentadas enquanto amamentamos ou aquele é o momento para nos conectarmos com o mundo. Não é? Eu te entendo, comigo também foi assim. Mas alguns dias eu aproveitava intensamente aquele olhar e posso te garantir, que ali eu me sentia muito amada.

3 – ETERNIZE O CHEIRO NA SUA MEMÓRIA

Nos primeiros meses de vida, quando ainda nem usava colônia para bebês, as minhas duas filhas tinham um cheirinho tão peculiar e especial que me faziam flutuar. Feche os olhos, inspire profundamente o cheiro da sua cabecinha e você vai se sentir completa. Não é exagero, tenha certeza, esse cheirinho nunca mais vai sair das suas lembranças…

4 – FAÇA CARETAS PARA O SEU FILHO SORRIR

As primeiras gargalhadas são inesquecíveis! E aos poucos, você vai percebendo que o seu filho te acha engraçada por tão pouco! Basta brincar de esconde-esconde, fazer caretas divertidas, barulhinhos com a boca, dancinhas desengonçadas… Quando você menos perceber, vai estar dançando e pulando para entreter o seu público mais especial.

5 – COMPARTILHE A SUA CAMA NAS NOITES DE FEBRE

Não existe nada pior do que ter um filho doente. Pode ser a primeira virose, resfriado ou o dentinho que está nascendo, o melhor remédio para as noites mal dormidas do bebê e a insegurança materna, sem dúvidas, é a cama dos pais.

6 – APRESENTE O MAR PARA O SEU FILHO

A primeira vez no mar, é inesquecível. Esteja ao lado do seu filho e não se esqueça de registrar… a confiança que ele tem em você, vai fazer toda a diferença na hora de colocar o pezinho na água e descobrir as ondas do mar.

7 – TOMEM BANHO JUNTOS

Se você ainda não tomou um banho de chuveiro, sentou no chão do box e se divertiu com o seu filho, não sabe como esse momento pode ser especial para os dois. Faz! Aproveita enquanto o seu filho não tem vergonha de você e aproveite esses momentos para relaxar ou se divertir ao lado de quem você mais ama.

8 – FAÇAM JUNTOS A RECEITA DE BOLO DA VOVÓ/ ALGUMA COISA DE FAMÍLIA

Sabe aquele bolo que o seu filho ama e veio diretamente do caderninho de receitas da sua mãe? Aqui em casa, o bolo de chocolate da minha mãe é o favorito da minha mais velha. Ele vem carregado de sentimentos e lembranças, além de ser uma delícia. Essa é uma das coisas que eu ainda não fiz com a minha filha, mas tenho certeza de que ela vai AMAR fazer ao meu lado. Na sua casa pode não ser um bolo, mas pode ser uma comidinha especial… façam juntos, vivam esse momento.

9 – COMAM PIPOCA EM UMA TARDE DE FILME EM CASA

No final de semana, queremos sempre encher as crianças de programações infantis e vamos juntos nessa. Algumas vezes, o casaço da semana deixa a gente mole e querendo apenas um aconchego na cama ou um filminho com pipoca. Seu filho é a sua melhor companhia.. claro que a faixa etária do filme tem que ser livre, mas a alegria de partilhar com o filho um momento de descanso e descontração vão te fazer um bem danado. Aqui, esse já é um dos programas preferidos da filha mais velha.

10 – BRINQUEM DE SALÃO DE BELEZA OU DE GUERRA ESPACIAL

Sempre seremos as melhores companhias para uma tarde no salão de beleza (onde o pai sai maquiado e a mãe com o cabelo ninhado) ou uma guerra espacial onde a mãe é a princesa guerreira e o pai é o vilão inescrupuloso ou herói bonzinho. Eles usam e abusam da imaginação… e como é uma delicia viver isso com eles!

Claro que existem N milhões de outras coisas legais para se fazer com um filho, mas eu escolhi essas por ser pouco lembrada e muitas vezes substimada pelas mães das redes sociais. Se você lembrou de mais alguma, deixa aqui nos comentário!

Espero que vocês tenham gostado.

Beijos,

Ananda Urias
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Festa Infantil – Picnic em casa

Oba! Hoje é dia de festinha do Mãezice! 🙂 Venho falando aqui no blog, desde o começo do ano, que a simplicidade é a grande tendência para as festas infantis. Não precisamos de grandes super produções, e nem de grandes orçamentos para realizar uma festa linda para as nossas crianças! E a festinha de hoje segue a linha simples, chique e lindo.

A mamãe Isiana é decoradora de festas e decidiu fazer uma festa com o tema Picnic, para comemorar o primeiro aniversário do seu filho Vicente. Ela aproveitou o jardim verde do seu prédio, perfeito para um picnic, e transformou o espaço com pallets, personalizados, docinhos personalizados, suquinhos e muitas delicinhas. Tenho certeza de que você vão amar, tanto quanto eu amei essa festinha! Vem com a gente.

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FORNECEDORES FORTALEZA – Decoração: Isiana Ventura Decor / Fotografia: Estúdio Nós (Camila Ávila) / Bolo: Ateliê Bolo di Bolo/ Buffet: Soldon Gourmet

Parabéns a todos os fornecedores e em especial a Mamãe Isiana, que arrasou no planejamento e organização da festinha! Eu amei e tenho certeza de que vocês também amaram! 🙂
Beijos,

Ananda Urias
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