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Mãe, larga esse telefone…

Quantas vezes o seu filho te chamou atenção porque você não olhava nos seus olhos ou estava ali de corpo, mas a alma estava vagando por aí? Esse não é um post para te julgar, ao contrário… estou aqui para compartilhar os meus últimos aprendizados e reconhecer como é tentador se tornar refém da internet, do Instagram, e principalmente da sedutora “vida alheia”. Essa é uma história sobre mim, que talvez também seja sobre você. Mas caberá a você decidir se faz sentido ou não para você! Estamos combinadas assim? 😉

poxa! Eu bem sei como é difícil se olhar no espelho e perceber um “quê” de hipocrisia nas minhas convicções e palavras, quando o assunto é telas. Recentemente, a minha pré adolescente me questionou porque eu podia usar por tanto tempo seguido o celular, mas ela não poderia ter um? E pra fechar com chave de ouro, a minha caçula me pediu para olhar em seus olhos enquanto a gente terminava uma brincadeira. “Olha aqui, mãe! Larga o celular, mãe”.

A cabeça ficou a mil, e foi aí que eu comecei a me perguntar sobre quantas horas por dia eu passo na frente de uma tela minúscula que cabe na palma da minha mão? Quantos sorrisos espontâneos eu já perdi porque estava mais entretida com o que se passava bem longe de mim?
Toda vez que eu penso em pegar o celular no meio de uma conversa olho no olho, de uma brincadeira ou um abraço, deixo o LARGA O CELULAR MÃE, ecoar aqui dentro.

Minhas filhas precisam, querem e desejam a minha atenção e presença.

Não estou fazendo do celular o vilão, e nem eu sou a princesa indefesa dessa história, nem seria louca de dizer para cancelarmos a tecnologia e voltarmos para o tempo das cavernas.
Mas foi preciso um “se liga” sincero para que eu partisse em busca do equilíbrio perfeito, aonde eu não fosse mais refém do celular e não me permitir mais enxergar os meus filhos através de uma tela.
Minhas filhas precisam do meu olhar, tanto quanto eu preciso delas.
Mãe, larga o celular e vai brincar. ❤️

Texto: @maezice por Ananda Urias

Como proteger seu filho de um afogamento

Muito tem se falado sobre AFOGAMENTO, mas o que poucas pessoas falam é que esse tipo de acidente pode acontecer até dentro da nossa própria casa. Baldes e banheiras também estão entre os causadores de acidentes domésticos ligados à afogamento. Então, que tal aprender a fundo as formas de proteger o seu filho de um afogamento?

• Esvazie baldes, banheiras e piscinas infantis depois do uso e guarde-os sempre virados para baixo e longe do alcance das crianças;

• Mantenha baldes com água no alto, longe do alcance das crianças;

• Conserve a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrada com algum dispositivo de segurança “à prova de criança” ou mantenha a porta do banheiro trancada;

• Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com alguma proteção que não permita “mergulhos”;

• Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m que não possam ser escaladas e portões com cadeados ou trava de segurança que dificultem o acesso dos pequenos;

• Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes. Esses recursos devem ser usados em conjunto com as cercas e a constante supervisão dos adultos;

• Grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água;

• Evite brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água;

• Saiba quais amigos ou vizinhos têm piscina em casa e quando levar a criança para visitá-los, certifique-se de que será supervisionada por um adulto enquanto brinca na água;

• Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança. Eles podem estourar, virar a qualquer momento e ser levados pela correnteza. O ideal é que a criança use sempre um colete salva-vidas quando estiver em embarcações, próxima a rios, represas, mares, lagos e piscinas, e quando estiver praticando esportes aquáticos;

• Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;

• Muitos casos de afogamentos aconteceram com pessoas que achavam que sabiam nadar. Não superestime a habilidade de crianças e adolescentes;

• No mar, a vala aparenta uma falsa calmaria, mas representa o local de maior correnteza que leva para o alto mar. Ensine a criança a nadar transversalmente à vala até conseguir escapar ou a pedir socorro imediatamente;

• O rápido socorro é fundamental para o salvamento da criança que se afoga, pois a morte por asfixia pode ocorrer em apenas 5 minutos. Por isso é tão importante que pais, responsáveis, educadores e outras pessoas que cuidam de crianças aprendam técnicas de primeiros socorros;

• Tenha um telefone próximo à área de lazer e o número do atendimento de emergência (SAMU: 192 e Corpo de Bombeiros: 193).

Tudo cuidado é pouco quando o assunto é segurança infantil. Compartilhe, divulgue, ajude outras mães a cuidarem de seus filhos.

beijos,

Ananda Urias

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A morte por afogamento é rápida e silenciosa

Você passou a vida inteira vendo em filmes e na televisão, afogamentos barulhentos e cheios de pedido de socorro. Não é? Mas, através desse post, você vai aprender que na maioria dos casos o afogamento é um evento silencioso e que pode passar despercebido até por quem está ao lado do acidentado.

A Resposta Instintiva de Afogamento ou IDR (da sigla em inglês “Instinctive Drowing Response”) – termo cunhado por Francesco A. Pia, Ph.D – é o que as pessoas fazem para evitar o sufocamento real ou percebido (imaginário) na água. E isso não se parece com o que a maioria das pessoas esperaria. Há quase nenhum tipo de aceno frenético ou gritos de socorro. Para se ter uma idéia de quão quieto ou desprovido de agitação na superfície o afogamento pode ser, considere o seguinte dado fornecido pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC):

  • O afogamento é segunda causa de morte acidental em crianças até 15 anos (a primeira são acidentes de trânsito);
  • Das cerca de 750 crianças que se afogarão nos próximos 12 meses, ao menos metade acontecerá a menos de 25 metros de um dos pais ou adulto;
  • Em 10% desses afogamentos, o adulto o presenciará sem ter idéia de que está acontecendo. O Afogamento não se parece com afogamento.

Em um artigo para a Revista On Scene, da Guarda Costeira Americana (edição de Outono de 2006, pág. 14), o dr. Pia descreveu o IDR como segue:

  1. Exceto em raras circunstâncias, pessoas se afogando estão fisiologicamente incapacitadas de gritar por socorro. O sistema respiratório foi projetado para a respiração; a fala é uma função secundária. A respiração precisa acontecer antes que a fala ocorra;
  2.  A boca de quem se afoga fica alternadamente acima e abaixo da superfície da água, e quando acima não tem tempo suficiente para exalar, inalar, e gritar por socorro rapidamente antes que comecem a submergir novamente;
  3. Pessoas se afogando não acenam por socorro. O instinto as força a estenderem os braços lateralmente e pressionar a superfície da água de forma a permitir que a pessoa erga o corpo e, respectivamente, sua boca para respirar;
  4. Durante todo o tempo que dura o IDR, quem está se afogando não consegue controlar voluntariamente os movimentos dos braços. Fisiologicamente, não conseguem parar de se debater na superfície da água e interromper o afogamento com movimentos voluntários como acenar por socorro, nadar em direção a um possível resgate, ou tentar alcançar algum tipo de equipamento que as ajudem a flutuar;
  5. Do começo ao final do IDR, o corpo da pessoa permanece vertical em relação á agua, sem evidência de esteja dando pernadas para se manter nessa posição. A menos que seja resgatada por um salva-vidas treinado, ela só conseguirá se manter nessa posição entre 20 e 60 segundos antes de submergir.

(Fonte: On Scene Magazine: Fall 2006)

Isso não significa que uma pessoa gritando por ajuda ou se debatendo na água não esteja em perigo real – elas estão passando por um episódio de stress aquático. Nem sempre presente no IDR, o stress aquático não dura muito tempo, mas ao contrário do afogamento, essas vítimas ainda podem auxiliar em seu próprio salvamento agarrando bóias, cabos de resgate, etc. Fique atento para esses outros sinais de que um afogamento pode estar acontecendo:

  • Cabeça baixa na água, boca abaixo da superfície;
  • Cabeça inclinada para trás com a boca aberta;
  • Olhos vidrados e vazios, sem foco;
  • Olhos fechados;
  • Cabelos sobre a testa ou olhos;
  • Posição vertical na água, sem o uso das pernas para dar propulsão;
  • Hiperventilação ou engasgos;
  • Tentativa de nadar um uma direção particular sem progresso real;
  • Tentativa de se virar de costas para a água;
  • Movimento de subir escadas, raramente para fora d’água.

Portanto, se um tripulante ou passageiro cair na água e tudo parecer em ordem, não esteja tão certo disso. Às vezes a indicação mais comum que alguém está se afogando é que… não parece que eles realmente estão. Pode parecer que estão apenas boiando e olhando para o deck.

Como se certificar que uma pessoa está em perigo? Pergunte claramente “Você está bem?”. Se a pessoa puder responder qualquer coisa ela provavelmente está. Se você receber como resposta apenas um olhar vazio, você tem menos de 30 segundos para salvá-la antes que se afogue. E um recado aos pais: crianças brincando na água são barulhentas. Quando elas ficarem quietas, vá rapidamente verificar o porquê. 

Fonte:  gcaptain.com

Não deixem de compartilhar e ajudar a salvar vidas!

Beijos, 

Ananda Urias

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O amor engorda

“Não, este não é um antes e depois de perda de peso. Mas é uma história de vitória.
Escrevo isto com meu coração. E isso dói.
À esquerda – Esse era o meu corpo antes de ter filhos.
Sem estrias ou cicatrizes, com piercing no umbigo. Um umbigo alto. Um estômago reto. Eu estava sempre de dieta naquela época. E esta foi a dieta mais eficaz que eu fiz.

À direita sou eu agora. Estrias. Um umbigo caído. Um corpo maior, sem muitos ossos salientes, mas com mais covinhas que representam a celulite. As pessoas não querem ver esta foto. Não é agradável para os olhos. Não é um corpo a ser admirado.

Este corpo não é o resultado de uma dieta com apenas carne. É um resultado de comer de tudo. Frutas, legumes, carboidratos, massas, arroz, bolos, chocolate .. Às vezes, 20 nuggets de frango. Peixe … Nem sempre é saudável, mas 99% é. Os nuggets são para quando estou cansada … Claro.

As cicatrizes, as estrias e a barriga flácida é porque eu fiz seres humanos. Eu comi um pouco mais de bolo, eu bebi um pouco mais de vinho. Fiz bolos de caneca às 9h da noite e me aconcheguei no sofá com o meu marido. Mas por alguma razão, eu não amo este corpo. É triste. … Mas quer saber? Tenho conseguido mais coisas com este corpo do que com o meu velho corpo. Eu comi mais alimentos bons. Eu vivi mais, tenho me doado mais, tenho me divertido mais. Tenho vivido. Este corpo, ESTE corpo deve ser comemorado e admirado.
Eu devo me admirar. Eu devo me amar.
Eu ainda quero me parecer com a primeira foto, sem dúvida. Eu sinto falta daquele corpo, isso me deixa triste. Mas eu quero chegar lá de uma forma saudável, mentalmente e fisicamente. Eu quero ter orgulho e estar em paz com este eu quero gostar do que eu tenho agora.

Não interessa qual o seu tamanho. Você merece ser celebrada.
Então, ame seu corpo, porque você realmente só tem um!”

Texto: Laura Mazza

Lindo, né? Super me identifiquei e por isso, quis dividir com vocês! Não esqueçam de compartilhar com as amigas, tenho certeza de que elas vão amar!

Beijos,
Ananda Urias
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Criar o filho dos outros é fácil

Criar um filho não é nada fácil, mas aquela ‘vizinha’, algumas pessoas da família e a aquela mãe amiga sabem criar meu filho melhor do que eu. Impressionante! Alguns dias, tenho vontade de bater na sua porta e deixar o meu filho por lá. Vai que assim, o batalhão da perfeição consegue por ordem na minha “falha educação”.

A perfeição mora do lado de lá, onde eu não consigo alcançar. Para o terror das pessoas que insistem em me ‘aconselhar’, meu filho não dorme a noite inteira, não come como deveria, assiste mais tv do que eu gostaria, se joga no chão quando lhe é negado o chão ou um brinquedo desejado. As vezes, ele coloca o pé sujo no sofá, come com a boca aberta, quer pegar a comida com a mão, sobe em cima da mesa, grita quando contrariado! Não fico calada, não sou permissiva, mas educar não é fácil não! Sei que dou o meu melhor, faço o meu possível e já sofro o suficiente com o meu próprio julgamento.

Para as pessoas que ‘me’ julgam, gostaria de dizer que estou à disposição para ajudar a encontrar soluções criativas para os seus dias difíceis, porque ao invés de julgamento QUERO oferecer a minha EMPATIA. Posso te levar para passear, dizer que ser mãe não é fácil, te consolar e dizer que tudo isso vai passar!

Ser mãe do filho dos outros pode até ser fácil, mas eu prefiro encarar a minha maternidade e conquistar, dia após dia, a minha própria vitória! Então, quando as coisas por aí apertar, terei um bolinho quentinho e um ombro amigo para te ofertar!

Texto escrito por Ananda Urias, inspirado nas mães que criam mentalmente o filho dos outros.

Qualquer semelhança com a sua vida não é mera coincidência. (rs!)

Beijos,

Ananda Urias
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Tudo sobre a minha mastopexia (plástica para seios caídos)

Assim que me tornei mãe pela primeira vez, há mais de 7 anos atrás, me deparei com uma realidade ainda desconhecida por mim: meus seios, que sempre foram ‘normais’, ganharam uma flacidez que me deixou triste e abalou a minha auto estima. Nesse período, em uma ida ao cirurgião plástico, decidimos colocar silicone. Escolhemos uma prótese de 300 ml, que completou de forma perfeita o espaço que estava sobrando por lá!

Depois da segunda filha, foi necessário passar por mais uma intervenção cirúrgica, dessa vez a mastopexia (cirurgia que levanta seios caídos!). Para falar de forma mais detalhada, gravei um vídeo para o nosso canal do Youtube (Se inscreva aqui!), respondendo as perguntas mais frequentes das nossas seguidoras nas redes sociais. Tá querendo saber mais detalhes sobre a cirurgia? Aperta o play e vem com a gente!

Se quiser fazer perguntas, deixe nos comentários. Será um prazer imenso te ajudar nessa descoberta!

Beijos,

Ananda Urias
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Viajando com Filhos

Viajar com filhos é SEMPRE bom, mas a gente sabe que estar com crianças demanda uma estrutura mais organizada e passeios que gerem interesse neles, né? Pensando nisso, o Mãezice começa hoje o primeiro vlog #ViajandoComFilhos. O nosso primeiro destino foi a Serra de Guaramiranga, localizada há 110km de Fortaleza (CE). Tenho certeza de que você vai amar todas as dicas e locais por onde passamos! Aperta o play e não esquece de seguir o nosso canal do Youtube.

Gostaram?
Beijos,
Ananda Urias
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10 coisas para fazer antes que os filhos cresçam

O tempo é implacável, corre depressa e não espera a gente se adaptar às situações ou se acostumar com algumas dores da maternidade. A verdade é que, sorrindo ou não, os nossos filhos crescem ligeiro. Ultimamente, tenho visto cada vez mais mães abrindo o verbo e mostrando o lado difícil da vida de mãe. Acredito, piamente, que temos mesmo que nos afastar do modelo de mãe perfeita, mas ao mesmo tempo vemos (cada vez mais) comentários nas redes sociais que expõem o lado sombrio da experiência pessoal delas. SER MÃE NÃO É FÁCIL, mas ao mesmo tempo PASSA RÁPIDO DEMAIS para focarmos apenas na dificuldade. Por isso, decidi fazer uma lista com 10 COISAS PARA FAZER ANTES QUE OS NOSSOS FILHOS CRESÇAM. 

1 – NINAR O BEBÊ NO COLO E NÃO LARGAR

Ele acabou de dormir, depois de você cantar aquela canção de ninar e fazer aquele carinho dengoso na orelhinha e agora está na hora de colocar o bebê no berço ou na sua caminha. Certo? Na maioria dos dias sim, mas pelo menos uma vez na vida VIVA esse momento como se não houvesse amanhã. Velar o sono do filho enquanto você o tem no colo é a forma mais incrível de recarregar as baterias emocionais que eu conheço! Em breve, muito em breve, ele não caberá no seu colo ou não vai querer mais se sentir amassadinho pelo seu colo… Aproveite!

2 – ESQUEÇA O CELULAR E APROVEITE AQUELE OLHAR CARINHOSO

Se tem uma coisa que recém nascido e bebês fazem, como ninguém, é demonstrar afeto pelo olhar. Essa é a forma mais singela e real de expressão desse serzinho que acabou de nascer. A vida de recém mãe é cansativa, tudo que você deseja é dar o mamá (seja o peito ou a mamadeira) e ir descansar ou se organizar, mas enquanto você está ali CURTA O MOMENTO. Muitas vezes, o celular nos faz companhia para não dormirmos sentadas enquanto amamentamos ou aquele é o momento para nos conectarmos com o mundo. Não é? Eu te entendo, comigo também foi assim. Mas alguns dias eu aproveitava intensamente aquele olhar e posso te garantir, que ali eu me sentia muito amada.

3 – ETERNIZE O CHEIRO NA SUA MEMÓRIA

Nos primeiros meses de vida, quando ainda nem usava colônia para bebês, as minhas duas filhas tinham um cheirinho tão peculiar e especial que me faziam flutuar. Feche os olhos, inspire profundamente o cheiro da sua cabecinha e você vai se sentir completa. Não é exagero, tenha certeza, esse cheirinho nunca mais vai sair das suas lembranças…

4 – FAÇA CARETAS PARA O SEU FILHO SORRIR

As primeiras gargalhadas são inesquecíveis! E aos poucos, você vai percebendo que o seu filho te acha engraçada por tão pouco! Basta brincar de esconde-esconde, fazer caretas divertidas, barulhinhos com a boca, dancinhas desengonçadas… Quando você menos perceber, vai estar dançando e pulando para entreter o seu público mais especial.

5 – COMPARTILHE A SUA CAMA NAS NOITES DE FEBRE

Não existe nada pior do que ter um filho doente. Pode ser a primeira virose, resfriado ou o dentinho que está nascendo, o melhor remédio para as noites mal dormidas do bebê e a insegurança materna, sem dúvidas, é a cama dos pais.

6 – APRESENTE O MAR PARA O SEU FILHO

A primeira vez no mar, é inesquecível. Esteja ao lado do seu filho e não se esqueça de registrar… a confiança que ele tem em você, vai fazer toda a diferença na hora de colocar o pezinho na água e descobrir as ondas do mar.

7 – TOMEM BANHO JUNTOS

Se você ainda não tomou um banho de chuveiro, sentou no chão do box e se divertiu com o seu filho, não sabe como esse momento pode ser especial para os dois. Faz! Aproveita enquanto o seu filho não tem vergonha de você e aproveite esses momentos para relaxar ou se divertir ao lado de quem você mais ama.

8 – FAÇAM JUNTOS A RECEITA DE BOLO DA VOVÓ/ ALGUMA COISA DE FAMÍLIA

Sabe aquele bolo que o seu filho ama e veio diretamente do caderninho de receitas da sua mãe? Aqui em casa, o bolo de chocolate da minha mãe é o favorito da minha mais velha. Ele vem carregado de sentimentos e lembranças, além de ser uma delícia. Essa é uma das coisas que eu ainda não fiz com a minha filha, mas tenho certeza de que ela vai AMAR fazer ao meu lado. Na sua casa pode não ser um bolo, mas pode ser uma comidinha especial… façam juntos, vivam esse momento.

9 – COMAM PIPOCA EM UMA TARDE DE FILME EM CASA

No final de semana, queremos sempre encher as crianças de programações infantis e vamos juntos nessa. Algumas vezes, o casaço da semana deixa a gente mole e querendo apenas um aconchego na cama ou um filminho com pipoca. Seu filho é a sua melhor companhia.. claro que a faixa etária do filme tem que ser livre, mas a alegria de partilhar com o filho um momento de descanso e descontração vão te fazer um bem danado. Aqui, esse já é um dos programas preferidos da filha mais velha.

10 – BRINQUEM DE SALÃO DE BELEZA OU DE GUERRA ESPACIAL

Sempre seremos as melhores companhias para uma tarde no salão de beleza (onde o pai sai maquiado e a mãe com o cabelo ninhado) ou uma guerra espacial onde a mãe é a princesa guerreira e o pai é o vilão inescrupuloso ou herói bonzinho. Eles usam e abusam da imaginação… e como é uma delicia viver isso com eles!

Claro que existem N milhões de outras coisas legais para se fazer com um filho, mas eu escolhi essas por ser pouco lembrada e muitas vezes substimada pelas mães das redes sociais. Se você lembrou de mais alguma, deixa aqui nos comentário!

Espero que vocês tenham gostado.

Beijos,

Ananda Urias
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Mamãe precisa de férias.

Filho, descobrir o mundo ao seu lado é maravilhoso, mas hoje acordei com uma vontade incrível de viver algo novo, diferente e libertador. Depois de várias noites seguidas entre idas e vindas do seu quarto para o meu, contabilizei algumas poucas horas de sono e uma vontade imensa de me redescobrir. Talvez, eu esteja em crise, é verdade, mas eu sei que lá no fundo estou precisando mesmo é de um tempo para mim.

Depois que eu virei mãe, me deparei com muita gente dizendo que eu não preciso mais dormir, não preciso mais saborear as minhas refeições, não preciso mais ler um livro, ir ao cinema, me maquiar… É verdade que as prioridades mudam, mas as singela necessidade de me auto satisfazer ainda vive por aqui. Claro que não posso mais ser a mesma o tempo todo, até seria impossível desejar tamanha besteira! Você deixou o meu mundo de cabeça para baixo, mas também me deu um equilíbrio que, na maioria dos dias, me sustenta. Nas horas, dias ou meses que me sinto errante, eu só queria gritar para o mundo que além de mãe também sou gente.

Mãe também precisa de um café quentinho, um vinho a dois, uma cerveja entre amigos, uma leitura despretensiosa que será interrompida fatalmente com um cochilo inevitável causado por tanto cansaço acumulado. Mãe também precisa namorar, e como precisa! Tenho certeza de que sentirei saudades quando estiver vendo crianças saltitando a minha frente, mas vai ser incrível lembrar de você de uma forma diferente.

Não me leve a mal, filhos, mas eu estou precisando de férias. Férias para recarregar as energias e relembrar como é bom ser exatamente a pessoa que eu era. Vou sem medo, porque vou por ter a certeza de que estarás de braços abertos me esperando retornar mais leve, mais feliz e com ainda mais amor para dar.

Mamãe precisa de férias e, por aqui, eu já sinto até o cheirinho do mar…

Texto: Ananda Urias

Ananda Urias
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10 coisas que nunca deveriam ser ditas para uma mãe que ‘trabalha fora’

Você é apaixonada pela sua profissão ou simplesmente não pode (ou não quer) abrir mão do seu salário, seja ele apenas para você ou para auxiliar nos custos da casa? Não importa, a decisão de trabalhar fora é sua e deve ser respeitada! A grande verdade é que a sociedade NUNCA está satisfeita com as nossas escolhas, e você vai escutar (em algum momento) comentários desnecessários e que poderão até te magoar de verdade. Sendo assim, para te ajudar, resolvi fazer um post com 10 COISAS QUE NUNCA DEVERIAM SER DITAS PARA UMA MÃE QUE TRABALHA FORA. Tenho certeza de que você vai gostar.

1- “Eu nunca deixaria meus filhos serem criados por outra pessoa”

Mães que trabalham fora de casa, de forma tradicional, PRECISAM contar com a AJUDA de uma escolinha ou avó ou babá, mas isso NÃO significa que existe outra pessoa criando o nosso filho. Só uma mãe sabe que mesmo fora de casa, seja por necessidade ou escolha, estamos sempre perto.

2 – “Nossa, não é difícil passar o dia inteiro longe dos seus filhos” 

É difícil sim! Mas a gente não precisa de ninguém lembrando o tempo inteiro que essa é uma escolha difícil de se fazer! Basta por si só a saudades e a própria culpa (que não deveria existir!) que nos impomos por não estarmos ao lado do nosso filho em tantas descobertas. Então, se não tem nada de bom pra falar… que tal se calar?

3- “Deve ser bom passar o dia todo fora” (quando bom significa fácil)

Não podemos negar que almoçar e ir ao banheiro sem companhia é agradável (e a mãe que disser ao contrário tá mentindo!), mas também é difícil perder momentos dos nossos filhos que muitas vezes são as suas primeiras descobertas. Na época da minha primeira filha, eu admito que esse era a única coisa que me deixava triste, pois eu amava o meu trabalho e amo me sentir intelectualmente produtiva.

4- “Você deve realmente amar o seu trabalho”

Não podemos amar o nosso trabalho? Parece que quando viramos mãe, nosso direito de amar se restringe ao nosso filho. E olha, não é bem assim.. Mãe tem o direito de amar o seu trabalho, se sentir produtiva, amar dormir (mesmo que não o faça com a frequência que gostaria), amar ir ao salão, a acadêmia, sair com o companheiro ou sair para paquerar, SER MULHER… além de ser mãe.

5- “Eu não sei como você consegue”

Não somos super heroínas e não precisamos ser, essa é a ÚNICA VERDADE ABSOLUTA DA MATERNIDADE.  Vamos errar sim! Vamos acertar também. Sabe como eu conseguia sair de casa todo para trabalhar? Sendo feliz com aquilo que eu fazia, sendo feliz com o dinheiro no bolso para suprir as necessidades da minha filha, sendo feliz com o amor que eu recebia e dava quando estávamos juntas, sendo integralmente presente quando eram os nossos momentos. Sendo feliz, fazia a minha filha feliz. Simples assim!

6 – Se você cortar algumas despesas, vai conseguir ficar em casa com os seus filhos!

Pode até ser, mas quem disse que eu quero cortar despesas? quem disse que eu quero ficar em casa? quem disse que eu não quero ir pro meu trabalho e cumprir as minhas funções profissionais? Essa escolha é pessoal e cabe apenas a mãe (e a sua família). De resto, o silêncio é ouro.

7 – Você poderia começar a fazer scrapbook de casa…

Mas, quem disse mesmo que eu queria ficar em casa?

8 – Quando estiver em casa, dê bastante atenção para eles!

Esse era um dos ‘conselhos’ que mais me irritavam! Nenhuma mãe precisa desse conselho, te garanto. Ela espera ansiosa pela hora de voltar para casa para poder abraçar o seu filho, descobrir as novidades do dia, botar para dormir agarradinho…

9 – “Você não precisa de uma promoção no trabalho, você tem filhos, né?”

TODA mãe no mercado de trabalho sofre algum tipo de preconceito por ser mãe, como se isso a impossibilitasse de ser uma boa funcionária, gestora, diretora… Mas as mulheres adquirem qualidades incríveis depois que são mãe!  Elas são pacientes, persistentes, sabem trabalhar da melhor maneira ainda que no caos, sabem fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas ainda são subestimadas, sofrem preconceito e perdem espaço no mercado de trabalho por causa dos seus filhos.

Cabe a mulher decidir se está na hora de receber uma promoção no trabalho, aumentar as suas funções e se dedicar ainda mais a uma nova equipe. Cabe apenas a ela, e a mais ninguém!

10 – Você tem algum familiar ou amigo para cuidar dos seus filhos em caso de doença? 

Em entrevista de trabalho, quem nunca teve que responder a essa pergunta? É triste ver que o mercado de trabalho ainda não sabe acolher as mães. Elas são pacientes, persistentes, sabem trabalhar da melhor maneira ainda que no caos, sabem fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas ainda são subestimadas, sofrem preconceito e perdem espaço no mercado de trabalho por causa dos seus filhos. Algum dia, talvez, as empresas vão perceber que liberar a sua funcionária no dia que o seu filho está doente, para levar ao médico ou para assistir a apresentação de dia das mães na escolinha, só a transforma em funcionária ainda mais motivada e fiel.

Maternidade não é doença e não incapacita uma mãe a ser profissional e mulher. Tá passando da hora de vermos as empresas se rendendo aos encantos e qualidades de uma mãe profissional! Elas tem muito para dar, não tenho dúvidas disso.

Leia também: 10 coisas que nunca deveriam ser ditas para uma mãe em período integral 

Quem concorda?

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Receita bolo de banana e aveia (com açúcar)

Ontem, testei mais uma receita de bolo integral prática e deliciosa aqui em casa. Esse, sem dúvidas, desbancou todos os bolos que fiz até hoje! É de comer rezando e segue a mesma linha dos outros bolos que posto por aqui: bate tudo no liquidificador e está pronto. Sem dificuldades e com muito sabor.

Vamos à receita?
Ingredientes:

  • 250 g de aveia fina (1 caixinha) – apesar dele pedir a fina, eu usei aveia em flocos e deu super certo.
  • 1 colher (sopa) fermento
  • 4 ovos
  • 1/2 xícara de óleo
  • 4 bananas
  • 1 1/2 xícaras de açúcar demerara ou mascavo

Opcionais:

  • Canela – Em bolo de banana eu sempre uso, fica uma delícia!
  • Uva passas
  • castanha do pará ou caju picadas

MODO DE PREPARO:

  1. Bata no liquidificador os 4 ovos, 1/2 xícara de óleo, 4 bananas, 1 1/2 xícara de açúcar
  2. Adicione a aveia, o fermento e os opcionais e bate até ficar uniforme
  3. Leve para assar em forma untada com óleo e aveia (é assim que eu faço!), em forno médio, pré-aquecido, por cerca de 40 minutos, ou até dourar
  4. Pronto! Agora é só aproveitar.

Lembrando que esse bolo de banana leva açúcar e não é recomendado para bebês de 6 a 12 meses. Aqui em casa, liberei o açúcar (em pouquíssimas quantidades) quando Alice completou 1 ano… mas ainda regulo a ingestão dele, dou preferência à produtos integrais, sem açúcar ou frutas para lanche. De qualquer forma, é sempre legal opções diferentes para incrementar o lanche da criança ou sair da mesmice! Eu costumo prezar pelo equilíbrio, acima de tudo. 🙂

Mas se o seu filho ainda não come açúcar, temos uma receita de bolo de banana fácil e perfeita para ele. É só clicar aqui e se aventurar. 

Espero que vocês tenham gostado!

Beijos,

Ananda Urias
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