Browsing Tag

blog materno

Mãe, larga esse telefone…

Quantas vezes o seu filho te chamou atenção porque você não olhava nos seus olhos ou estava ali de corpo, mas a alma estava vagando por aí? Esse não é um post para te julgar, ao contrário… estou aqui para compartilhar os meus últimos aprendizados e reconhecer como é tentador se tornar refém da internet, do Instagram, e principalmente da sedutora “vida alheia”. Essa é uma história sobre mim, que talvez também seja sobre você. Mas caberá a você decidir se faz sentido ou não para você! Estamos combinadas assim? 😉

poxa! Eu bem sei como é difícil se olhar no espelho e perceber um “quê” de hipocrisia nas minhas convicções e palavras, quando o assunto é telas. Recentemente, a minha pré adolescente me questionou porque eu podia usar por tanto tempo seguido o celular, mas ela não poderia ter um? E pra fechar com chave de ouro, a minha caçula me pediu para olhar em seus olhos enquanto a gente terminava uma brincadeira. “Olha aqui, mãe! Larga o celular, mãe”.

A cabeça ficou a mil, e foi aí que eu comecei a me perguntar sobre quantas horas por dia eu passo na frente de uma tela minúscula que cabe na palma da minha mão? Quantos sorrisos espontâneos eu já perdi porque estava mais entretida com o que se passava bem longe de mim?
Toda vez que eu penso em pegar o celular no meio de uma conversa olho no olho, de uma brincadeira ou um abraço, deixo o LARGA O CELULAR MÃE, ecoar aqui dentro.

Minhas filhas precisam, querem e desejam a minha atenção e presença.

Não estou fazendo do celular o vilão, e nem eu sou a princesa indefesa dessa história, nem seria louca de dizer para cancelarmos a tecnologia e voltarmos para o tempo das cavernas.
Mas foi preciso um “se liga” sincero para que eu partisse em busca do equilíbrio perfeito, aonde eu não fosse mais refém do celular e não me permitir mais enxergar os meus filhos através de uma tela.
Minhas filhas precisam do meu olhar, tanto quanto eu preciso delas.
Mãe, larga o celular e vai brincar. ❤️

Texto: @maezice por Ananda Urias

A morte por afogamento é rápida e silenciosa

Você passou a vida inteira vendo em filmes e na televisão, afogamentos barulhentos e cheios de pedido de socorro. Não é? Mas, através desse post, você vai aprender que na maioria dos casos o afogamento é um evento silencioso e que pode passar despercebido até por quem está ao lado do acidentado.

A Resposta Instintiva de Afogamento ou IDR (da sigla em inglês “Instinctive Drowing Response”) – termo cunhado por Francesco A. Pia, Ph.D – é o que as pessoas fazem para evitar o sufocamento real ou percebido (imaginário) na água. E isso não se parece com o que a maioria das pessoas esperaria. Há quase nenhum tipo de aceno frenético ou gritos de socorro. Para se ter uma idéia de quão quieto ou desprovido de agitação na superfície o afogamento pode ser, considere o seguinte dado fornecido pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC):

  • O afogamento é segunda causa de morte acidental em crianças até 15 anos (a primeira são acidentes de trânsito);
  • Das cerca de 750 crianças que se afogarão nos próximos 12 meses, ao menos metade acontecerá a menos de 25 metros de um dos pais ou adulto;
  • Em 10% desses afogamentos, o adulto o presenciará sem ter idéia de que está acontecendo. O Afogamento não se parece com afogamento.

Em um artigo para a Revista On Scene, da Guarda Costeira Americana (edição de Outono de 2006, pág. 14), o dr. Pia descreveu o IDR como segue:

  1. Exceto em raras circunstâncias, pessoas se afogando estão fisiologicamente incapacitadas de gritar por socorro. O sistema respiratório foi projetado para a respiração; a fala é uma função secundária. A respiração precisa acontecer antes que a fala ocorra;
  2.  A boca de quem se afoga fica alternadamente acima e abaixo da superfície da água, e quando acima não tem tempo suficiente para exalar, inalar, e gritar por socorro rapidamente antes que comecem a submergir novamente;
  3. Pessoas se afogando não acenam por socorro. O instinto as força a estenderem os braços lateralmente e pressionar a superfície da água de forma a permitir que a pessoa erga o corpo e, respectivamente, sua boca para respirar;
  4. Durante todo o tempo que dura o IDR, quem está se afogando não consegue controlar voluntariamente os movimentos dos braços. Fisiologicamente, não conseguem parar de se debater na superfície da água e interromper o afogamento com movimentos voluntários como acenar por socorro, nadar em direção a um possível resgate, ou tentar alcançar algum tipo de equipamento que as ajudem a flutuar;
  5. Do começo ao final do IDR, o corpo da pessoa permanece vertical em relação á agua, sem evidência de esteja dando pernadas para se manter nessa posição. A menos que seja resgatada por um salva-vidas treinado, ela só conseguirá se manter nessa posição entre 20 e 60 segundos antes de submergir.

(Fonte: On Scene Magazine: Fall 2006)

Isso não significa que uma pessoa gritando por ajuda ou se debatendo na água não esteja em perigo real – elas estão passando por um episódio de stress aquático. Nem sempre presente no IDR, o stress aquático não dura muito tempo, mas ao contrário do afogamento, essas vítimas ainda podem auxiliar em seu próprio salvamento agarrando bóias, cabos de resgate, etc. Fique atento para esses outros sinais de que um afogamento pode estar acontecendo:

  • Cabeça baixa na água, boca abaixo da superfície;
  • Cabeça inclinada para trás com a boca aberta;
  • Olhos vidrados e vazios, sem foco;
  • Olhos fechados;
  • Cabelos sobre a testa ou olhos;
  • Posição vertical na água, sem o uso das pernas para dar propulsão;
  • Hiperventilação ou engasgos;
  • Tentativa de nadar um uma direção particular sem progresso real;
  • Tentativa de se virar de costas para a água;
  • Movimento de subir escadas, raramente para fora d’água.

Portanto, se um tripulante ou passageiro cair na água e tudo parecer em ordem, não esteja tão certo disso. Às vezes a indicação mais comum que alguém está se afogando é que… não parece que eles realmente estão. Pode parecer que estão apenas boiando e olhando para o deck.

Como se certificar que uma pessoa está em perigo? Pergunte claramente “Você está bem?”. Se a pessoa puder responder qualquer coisa ela provavelmente está. Se você receber como resposta apenas um olhar vazio, você tem menos de 30 segundos para salvá-la antes que se afogue. E um recado aos pais: crianças brincando na água são barulhentas. Quando elas ficarem quietas, vá rapidamente verificar o porquê. 

Fonte:  gcaptain.com

Não deixem de compartilhar e ajudar a salvar vidas!

Beijos, 

Ananda Urias

ananda@maezice.com.br

instagram, fanpage e snapchat: maezice

Por que você deveria empoderar SUA criança

Muito se fala sobre o empoderamento materno. Era comum, há pouco tempo atrás, as pessoas relacionarem a sua forma de empoderamento a via de parto escolhida. Ao meu ver, uma grande bobagem relacionar algo tão profundo com a sua escolha pela cesárea ou o parto normal. O empoderamento na verdade, é a chance que temos de viver uma maternidade diferente daquela que a sociedade nos impõem.

O empoderamento é o grito de liberdade para quem deseja ENFIM ser exatamente quem deseja ser. Ser autêntico em um mundo que aniquila (sem dó nem piedade) a tua confiança para te enquadrar em padrões convencionais não é fácil, mas é possível.

Ao meu ver, não só as mães, mas principalmente as nossas crianças gritam por empoderamento. E devido à urgência do caso,  nadar contra a corrente se faz necessário.

É MUITO difícil fugir da repetição da figura materna que nos acolheu e nos educou. Minha mãe é uma mulher extraordinária. Foi mãe solo em uma época onde isso era um crime contra a moral e os bons (oi?) costumes, mas mesmo me levando para o caminho do empoderamento PESSOAL, fazendo com que eu acreditasse em mim e nas minhas qualidades, ainda escutei por anos que eu era uma pessoa difícil. Veja bem, eu não a culpo por ter repetido infinitas vezes aquilo que ela escutou de seus pais. Há um tempo, me via cruelmente repetindo o mesmo discurso para a minha filha de apenas 7 anos. Até que eu me vi encurralada em minhas próprias lembranças e me deparei com a realidade: somos responsáveis pela forma como os nossos filhos se enxergam, se aceitam e se amam. Duro, porém real.

A maternidade e paternidade é assim mesmo. E se empoderar dá trabalho, além de gerar uma dor estrutural que muita gente não quer sentir! Não julgo, cada um sabe de si. Mas aqui eu tenho diariamente colocado mais “a cara no sol”.

Infelizmente, demorei a atentar para a necessidade do EMPODERAR. Minha filha mais velha, fruto dessa revolução, estava demonstrando uma insegurança e um necessidade de aceitação que doía até em mim. Foi chegada a hora de aceitar a personalidade, mas iniciar a revolução através do Empoderamento.

Claro que no caso da minha filha, existiam motivos para tais mudanças de comportamento: uma mudança de cidade, escola, saudades da família… Geraram nela uma crise existencial e em mim um pânico materno. Toda a teoria evaporou e eu, daqui, só conseguia repetir: ela é difícil! Nossa, como ela é difícil! Nossa, ser mãe é tão difícil. Nada que abalasse o meu amor, mas na altura eu já não me considerava certa dos caminhos a trilhar. MAS eu descobri que, na verdade, esquecei de me empoderar. E foi ali, em meio a um furacão de emoções que eu, encontrei o caminho a seguir.

Rasguei as teorias, os livros  que nos ensinar a criar meninas (eu quero mesmo é criar um ser HUMANO), aquele que manda deixar a criança chorar, aquele outro que fala sobre a plenitude e perfeição francesa. Nunca quis ser perfeita… Então, deixa ele pra lá!

Foi aí também que eu descobrir que empoderamento tem a ver com ser exatamente aquela pessoa que sou, só que para as minhas filhas. Aquela que sorri, que chora, que diz “agora não, estou estressada! (Sim, eu falo isso para a minha mais velha e ela aprendeu a respeitar), aquela que explica que em alguns momentos a gente também precisa de silêncio, de solidão, de alguns minutos a sós no banheiro. Ensino ela a ir, sem olhar pra trás e sem medo de ser feliz, porque ela PODE, ela CONSEGUE, ela é CAPAZ. Como também ensino ela a PENSAR, RESPEITAR, CALAR e se desculpar.

Nesse dia, também parei de repetir o discurso de 1990 de que ela é difícil. As situações, muitas vezes, são difíceis (e não há mal nenhum nisso, assim é a vida!), mas a minha filha é apenas uma criança aprendendo a viver nesse mundo tão cheio de sentimentos contraditórios. Não é difícil ser, a verdade é que é difícil crescer!

É difícil crescer, dia após dia, como mãe. Encarar os erros que são muitos, dormir com a culpa, abraçar os medos… Mas no dia em que me empoderei, descobri que tá tudo bem se hoje eu não dei conta, minha filha nem sempre dará também…

Enquanto o mundo tenta te acuar, usando o discurso clichê: vai ficar mimada, vai dar trabalho, vai ser uma criança difícil. Eu GRITO para o mundo que eu ela VAI ser feliz, vai ser segura de si, vai ter personalidade forte, vai correr atrás dos seus sonhos, vai saber o seu real valor.

Não CONFUNDA empoderamento com permissividade! Não confunda amor com “tudo pode”. Uma mãe que empodera o seu filho é PARCEIRA nas descobertas boas e ruins, é uma motivadora nos percalços da vida, é aquela pessoa que coloca o ombro à disposição para que o filho possa subir e descobrir o que tem além dos muros em que habita.

Empondere uma mãe, empodere um pai, empodere uma criança e colha os frutos dessa revolução.

texto: Ananda Urias

Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Curta nossa FanPage: Mãezice
Instagram e Snapchat: Maezice

Grupo no facebook Mãezice

Maternidade ideal é aquela que te faz feliz

Não adianta ter comida fresca e orgânica todos os dias, se no tempero vai stress. Brinquedo de madeira, BLW, parto natural, desmame natural, homeschooling, waldorf, açúcar nem pensar!, fralda de pano, disciplina positiva, criação com apego, colo, colo, colo, tanto colo até doer, que dói as costas e a escolha que não sabe se fez.

Não existe pacote completo, certo é o que conversa com cada realidade. Filhos não querem utopia parental, mas sim presença sincera, troca leve que flutua pela roupa suja acumulada, marmita congelada, lambida no chão. Não existe perfeição.

Deixa a bagunça pra lá, ela pode esperar. Que aumente, implore, mas hoje eu não vou me importar. Quero olho no olho, paz que floreia a casa toda. Vamos em etapas, o quanto der, o que eu quiser. Pode não ser o melhor, mas é, porque melhor é estar bem com você.

Liberdade, liberdade! Maternidade ideal? Aquela que te deixa leve e feliz.

Texto: Marcela Feriani

Lindo, né? Eu adorei e tenho certeza de que vocês vão amar. 🙂

Beijos,

Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Instagram e snapchat: maezice
Fan Page: Fb.com/maezice
Youtube.com/maeziceblog
Grupo no Facebook Mãezice

É difícil ser uma boa mãe quando se está cansada

É difícil ser uma boa mãe quando a paciência falta.
É difícil ser uma boa mãe quando se está adoentada, com fome, com sono, com problemas que nos tiram o juízo, com questionamentos que nos fazem perder a paz.

É impossível ser uma boa mãe sempre.

É difícil ser uma boa mãe quando tudo que te dizem traz culpa e dor,  quando falta empatia, afago e carinho. Quando tudo que a gente mais precisava era de um café para esquentar o coração e um pedaço de bolo para adoçar o dia.

Não sou uma boa mãe todo dia, e tudo bem por isso. Eu sofro, eu choro, me despedaço… Mas lá no fundo, eu sei que eu fiz o meu possível, dei o meu melhor.

Alguns dias são mais duros do que outros, é verdade.

Hoje vou dormir perguntando “onde foi que eu errei”, mas sei que ao acordar e me deparar com dois sorrisos pequenos vou me convencer que está tudo bem.

E está tudo bem se eu não sou perfeita. Está tudo bem!

Texto: Ananda Urias

Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Instagram e snapchat: maezice
Fan Page: Fb.com/maezice
Youtube.com/maeziceblog
Grupo no Facebook Mãezice

Ser mãe solo é f.o.d.a

Ser mãe solo é foda. Me perdoem o palavrão, mas não existe outra palavra que possa expressar genuinamente a carga dessa missão! F-o-d-a.

Eu não aguento mais escutar que mãe solo é heroína, guerreira, mulher de fibra, corajosa… super heróis são auto suficientes, salvam o mundo, encontram solução para todos os problemas. E mãe solo… bem… ela tá cansada, chora escondida, queria mudar o rumo da história, se sente impotente, muitas vezes perdida, injustiçada… e por aí vai.

O texto abaixo não foi escrito por mim, até porque minha história não é bem assim. Mas essa é a história de muitas mães solo, e tocou fundo aqui. Por isso, quero compartilhar com vocês! Se você é mãe solteira, leia. Se não é, leia também. Talvez da próxima vez que a sua amiga mãe solo trocar de namorado, você compreenda um pouco melhor o que ela vive… Vamos gerar empatia.

“São quase 15h. Meu filho está no meu sofá vendo desenho e me pedindo almoço que eu não fiz.
Hoje é o final de semana do pai, que começou a contar das 9h de sábado e vai até as 18h de domingo. O pai chegou cedo, milagrosamente, mas por volta do meio dia foi cortar o cabelo e não voltou ainda. Meu filho tá pulando no sofá e eu tô cansada de ser mãe. Eu queria ser pai.
Semana passada era o final de semana dele, mas fiquei sabendo na quinta que ele ia pra África, olha só que legal, mais uma viagem internacional, e eu nem passaporte tenho. Claro que eu fico com meu filho e desmarco meu rolê com meu namorado, minha foda atrasada em uma semana a mais, uma a menos, que diferença faz? Eu sou mãe, né não?
Ele tem pós na USP, mestrado na UFMG, fala um inglês fluente com certeza. Eu não consigo nem frequentar meu cursinho todos os dias da semana. Saio todo dia na penultima aula pra pegar meu filho na escola particular que ele paga. Bom pai, paga pensão alta, tenho que valorizar. Né, não?
Ele nunca namorou depois que nos divorciamos, não precisa assumir ninguém, a vida sexual dele é livre. O filho nunca fez ele desmarcar um compromisso de sexo casual, nunca teve uma febre e ele precisou largar o pernoite pra ir pro P.S.
Já eu, já eu, sempre de namoro em namoro, sempre morando junto, sempre transando no chuveiro, senão eu não transo. Só posso gozar depois que o filho dormir, isso se eu tiver disposição.
Foi pra França, trouxe a Torre Eiffel: bom pai.
Foi pra Maputo, atrasou a visitação mais um final de semana, trouxe uma girafa: bom pai.
Foi pra Recife, trouxe um lampeão: bom pai.
Paga pensão descontada na folha: bom pai.
Nunca ficou 15 dias seguidos com o filho de 6 anos: bom pai, estava trabalhando para pagar pensão senão vai preso.
Mãe mora junto com o primeiro namorado pra dividir conta e poder foder, porque mãe também fode: puta.
Mãe não tem formação universitária: vive de pensão. é puta.
Mãe termina com o primeiro namorado: não sabe formar família. é puta.
Mãe fica desempregada e usa parte da pensão pra pagar despesas: vive do dinheiro do ex, é puta.
Mãe ajunta com o segundo namorado pra dividir aluguel e conseguir foder no chuveiro: é puta, trazendo outro macho pra dentro de casa.
Mãe pensa em sumicído (sumir ou suicídio-algo que não magoe o filho: ah, não tem essa opção)
Foda-se a mãe egoísta que quer desistir.
Vai ter que aguentar a pressão pra não desgraçar a vida do filho. Se vira, mãe.
Mãe tá esgotada. Mãe não fode. Mãe não pode. Mãe não presta.
Mãe é puta. Bom é o pai.”

L.G.

Texto anônimo, via fan page Cadê Você? 

Foto: Rita Pinheiro Braga

Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Instagram e snapchat: maezice
Fan Page: Fb.com/maezice
Youtube.com/maeziceblog
Grupo no Facebook Mãezice

 

Receita Sopinha de abóbora

Oba! Depois de um período de férias, estamos de volta! 🙂 E nada melhor do que começar com uma receitinha fácil, saudável e deliciosa, né? Eu encontrei essa receita em um site da internet e como Alice ama abóbora, decidi testar. Essa é a típica receita para dias corridos, mas que tem uma cara de consomê! (dando um ar gourmetizado a coisa!).

Então, vamos a receita?

  • Em uma panela de pressão coloque os pedaços de abóbora, os 2 litros de água e o caldo de legumes. Após levantar fervura (começar apitar) abaixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos.
  • Após cozinhar, desligue, tire a pressão da panela, abra e com o auxílio de uma escumadeira aperte grosseiramente os pedaços de abóbora que ficaram  inteiros.
  • Ligue novamente o fogo e quando levantar fervura acrescente aos poucos a aveia em flocos finos até dar o ponto de caldo. A consistência pode ser mais grossinha ou mais ralinha, você escolhe.
  • Por último e não menos importante, tempere. Se for para o seu bebê não precisa adicionar sal, mas vale incrementar com uma pitadinha de alho e cebola refogadas no azeite ou óleo (de sua preferência. Aqui em casa eu não uso óleo de coco não!)

E tcharaaaaaaammm.. agora é só aproveitar essa delícia que é perfeita para a família inteira!

Espero que vocês gostem!

Beijos,

nanda Urias
ananda@maezice.com.br
Instagram e snapchat: maezice
Fan Page: Fb.com/maezice
Youtube.com/maeziceblog
Grupo no Facebook Mãezice

‘Eu me recuso a ser assistente pessoal da minha filha’

Quando a espanhola Noelia Lopez-Cheda passou a participar de um grupo de Whatsapp entre os pais dos colegas de escola de sua filha, ela achou que seria uma ótima ideia. Alguns meses depois, estava totalmente arrependida. Ela decidiu sair do grupo – e seu relato sobre os motivos que a fizeram mudar radicalmente de ideia virou um sucesso na internet.

Mas o que aconteceu?

“Pensei que seria uma boa forma de ficar em contato com os outros pais e saber de atividades, notícias e eventos importantes. Para muitos pais ocupados, era uma forma de economizar tempo”. Mas logo o grupo “virou um monstro”, segundo ela. Noelia passou a viver em meio a um turbilhão de mensagens sobre deveres de casa, leituras recomendadas e notas de provas.

O telefone apitava a noite toda, e a memória do celular de Noelia foi em boa parte consumida pelo grande volume de mensagens sobre a vida escolar de sua filha, Emma. Até que, em certo dia, Noelia diz ter “visto a luz”.

Ela havia acabado de chegar em casa do trabalho quando Emma, na época com 9 anos, disse que havia esquecido de trazer para casa o dever de matemática e pediu para a mãe pedir uma cópia dos exercícios pelo grupo de Whatsapp.
Noelia pegou o telefone imediatamente e começou a escrever uma mensagem, mas parou subitamente.
“Olhei para o celular e pensei: ‘O que estou fazendo? Chega'”, ela contou em seu blog.

Consequências
Apesar da reclamação de sua filha, a menina teria que ir para a escola no dia seguinte com as mãos abanando e enfrentar a consequência de ter esquecido de levar o dever para casa.
“Eu me recuso a ser a agenda escolar da minha filha por meio de um grupo de Whatsapp. Eu me recuso a ser quem faz seu dever de casa. Eu me recuso a voltar a ser uma estudante e eu me recuso a ser superprotetora a ponto de assumir as responsabilidades da minha filha”, ela disse neste dia no Facebook, onde o post recebeu muitos comentários dos amigos.

Texto original do blog da Noelia Lopez Cheda

E aí, você vai ser assistente pessoal do seu filho?
Beijos,

Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Curta nossa FanPage: Mãezice
Instagram e Snapchat: Maezice

Grupo no facebook Mãezice

A maternidade é…

A maternidade é aquela que vai te acordar de madrugada para aquecer o filho no meio da noite fria, entregar o ursinho que caiu no chão ou levar ao banheiro na escuridão.

A maternidade é aquela que vai te fazer ficar horas a fio na cozinha preparando comida atrás de comida, na tentativa de garantir bons hábitos para as crianças, mesmo sabendo que um dia elas podem negar tudo que você cozinhar.

A maternidade é aquela que vai te fazer gastar todo o seu dinheiro. 

A maternidade é aquela que vai te fazer esquecer como é ter uma noite completa de sono.

A maternidade é aquela que vai te fazer suportar os seus filhos brigando para ver quem vai olhar pela janela do carro primeiro ou sobre quem a mamãe ama mais, e nessas horas você vai querer sumir.

A maternidade é aquela que vai te fazer limpar todo o coco “do mundo” (do seu mundo)

A maternidade é aquela que vai deixar o seu carro tão sujo, mas tão sujo, mas tão sujo que até do seu marido você vai ter vergonha. Ah, um dia alguém ainda vai se espantar com a imensa quantidade de brinquedos que você tem por lá.

A maternidade é aquela que vai te fazer escutar a palavra “POR QUE” um milhão de vezes por dia, e nem sempre ter a resposta para todos os questionamentos.

A maternidade é saber apenas com um toque na testa, quase que exatamente, a temperatura que o seu filho está.

A maternidade é ter estrias pela barriga, seios caídos, pés maiores e barriga flácida (não necessariamente todos juntos ou nessa ordem!).

A maternidade é aquela que vai ter fazer, de uma forma dura, valorizar a sua própria mãe.

A maternidade é aquela que vai te fazer cantar milhões de vezes as mesmas canções infantis para os seus filhos, mesmo que você já esteja enjoada daquela repetição.

A maternidade é aquela que vai te fazer querer ficar sozinha milhões de vezes ao dia, mas quando isso acontecer vai te fazer sentir saudades da casa cheia, das brigas entre irmãos e do barulho de criança.

A maternidade é aquela que vai se sentir ‘meio doente’ várias vezes ao ano, mas lutará com todas as forças para não ficar de cama.

A maternidade é nunca ir ao banheiro ou tomar banho em paz.

A maternidade vai te fazer usar a sua blusa para limpar nariz escorrendo e ter nos ombros sempre marcas de comida.

A maternidade vai te permitir descobrir quem está chegando no seu quarto, apenas pelo som das pisadas no chão.

A maternidade é querer dizer dizer milhões de vezes por dia ‘eu te avisei’.

A maternidade é querer sumir, desaparecer, chorar, gritar… várias vezes por dia e sem parar. Até que o seu filho faça algo engraçado ou fale algo que te faça sorrir, e você vai perceber que tudo que realmente importa na vida está ali na sua frente, sorrindo ou chorando para você. Eles são seus e eles valem a pena todos os muitos sacrifícios da maternidade.

A maternidade é aquela que vai te permitir olhar com amor para os seus filhos e segundos depois, quando eles estiverem brigando ou fazendo birra, você vai querer sumir mais uma vez…

Vivendo e revivendo momentos assim. Isso é a maternidade para mim.

Tradução e adaptação por Ananda Urias de um texto orginalmente escrito por Jill Smokler’s. 

Beijos,

Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Curta nossa FanPage: Mãezice
Instagram e Snapchat: Maezice

Grupo no facebook Mãezice

Sobre ser mãe em tempo integral

Eu troquei a adoração ao corpo pelo milagre de ver em minha barriga um filho crescer.
Eu troquei os meus seios intactos pelo prazer de um filho nutrir e amamentar.
Eu troquei a academia por não querer perder nenhum minuto com meu filho.
Eu troquei as noites de sono por noites ninando, alimentando e cuidando.
Eu troquei a beleza da maquiagem pela grandeza das minhas olheiras.
Eu troquei minhas roupas da moda pela praticidade de um pijamas ou uma roupa de casa, porque preciso sempre com ele brincar ou ninar.
Eu troquei o meu salto alto por sapatilhas porque ele vem em primeiro lugar, e cair com ele não colo não é algo a se arriscar!
Eu troquei meu cabelo arrumado por um coque sempre bem alto, só para poder com ele mais tempo ficar.
Eu troquei o mercado de trabalho por um trabalho árduo e sem remuneração porque não me vejo longe dos seus cuidados.
Eu troquei os banhos demorados por banhos corridos e por alguns dias sem banhos.
Eu troquei as noites em claros com os amigos pelas madrugadas em claros recebendo e dando amor.
Eu troquei minhas prioridades, eu troquei meus conceitos, eu troquei meus amores. Porque depois que eu fui mãe, eu descobri que certas trocas valem a pena! ❤️

Cada troca é ÚNICA, cada mãe escolhe o seu caminho, cada uma sabe o que faz o coração pulsar mais forte ou onde o calo aperta. Filhos não são atraso de vida, não são “desculpas esfarrapadas” para mães que não querem se cuidar! Toda a minha empatia e carinho por aquelas que voltaram ao trabalho depois de 4 meses, para quem foi a academia depois de 45 dias do pós parto, para quem não troca o salto e a maquiagem por nada. Devemos ser quem desejamos ser.

Texto: Ananda Urias

Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Curta nossa FanPage: Mãezice
Instagram e Snapchat: Maezice

Grupo no facebook Mãezice

Porque homens não deveriam “ajudar” em casa

Texto escrito por um Homem, autor desconhecido. Vale a pena ler e divulgar!

Um amigo veio a minha casa tomar café, sentamos e conversamos, falando sobre a vida. A um certo ponto da conversa, disse: “Vou num instante lavar os pratos que ficaram por lavar”.

Ele olhou para mim como se eu lhe tivesse dito que ia construir um foguete espacial. Então ele me disse, com admiração mas um pouco perplexo: “Ainda bem que você ajuda a sua mulher, quando eu o faço a minha mulher não elogia. Ainda na semana passada lavei o chão e nem um obrigada.”

Voltei a sentar-me com ele e lhe expliquei que eu não ajudo a minha mulher. Como regra, a minha mulher não necessita de ajuda, ela tem necessidade de um sócio. Eu sou um sócio em casa e por via dessa sociedade as tarefas são divididas, mas não se trata certamente de um apoio à casa.

Eu não ajudo a minha mulher a limpar a casa porque eu também vivo aqui e é necessário que eu também limpe.

Eu não ajudo a minha mulher a cozinhar porque eu também quero comer e é necessário que eu também cozinhe.

Eu não ajudo a minha mulher a lavar os pratos depois da refeição porque eu também usei esses pratos.

Eu não ajudo a minha mulher com os filhos porque eles também são meus filhos e a minha função é ser pai.

Eu não ajudo a minha mulher a estender ou a dobrar a roupa, porque também é roupa minha e dos meus filhos.

Eu não sou uma ajuda em casa, sou parte da casa. E no que diz respeito a elogiar, perguntei ao meu amigo quando é que foi a última vez que, depois da sua mulher acabar de limpar a casa, tratar da roupa, mudar os lençóis da cama, dar banho aos filhos, cozinhar, organizar, etc., ele lhe tinha dito obrigado?
Mas um obrigado do tipo: wow!!! Minha querida esposa! Você é fantástica!!!

Isso te parece absurdo? Está te parecendo estranho? Quando você, uma vez na vida, limpou o chão, você esperava no mínimo um prêmio de excelência com muita glória… Porquê? Nunca pensou nisso, amigo?
Talvez porque para você é um dado adquirido que tudo seja tarefa dela?

Talvez você se tenha habituado a que tudo isto seja feito sem que você tenha de mexer um dedo? Então elogia-a como você queria ser elogiado, da mesma forma, com a mesma intensidade. Dá uma mão, se comporte como um verdadeiro companheiro, não como um hóspede que só vem comer, dormir, tomar banho… Sinta-se em casa. Na sua casa.

Texto: autor desconhecido

Gostaram?
Eu amei e se pudesse compartilharia milhões de vezes esse texto com todas as mulheres que sofrem por não terem um sócio em casa! A mudança real da nossa sociedade começa em nossas casas, vamos ensinar aos nossos filhos e filhas o real sentido do companheirismo!

Beijos,
Ananda Urias
ananda@maezice.com.br
Curta nossa FanPage: Mãezice
Instagram e Snapchat: Maezice

Grupo no facebook Mãezice