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Mãe também viaja sozinha

Eu reaprendi a tirar selfie, fiz muitas caras e bocas para o meu celular, enquanto lembro com saudades de quando tinha meus 20 anos e o meu celular ainda era rosa e tinha uma câmera de míseros megapixels. Foi. Foi a maternidade que mudou a minha vida, a minha forma de enxergar o mundo, e de olhar a mulher que existe aqui. Quantas vezes fui a um restaurante e pedi um prato pensando nas crianças? Afinal, seria inevitável dividi-lo com elas. Eu amo camarão, já a Lara prefere frango. “Vamos de frango então!”. Meu picolé, meu macarrão, meu arroz, meu eu. Toda mãe se divide por tempo indeterminado – enquanto os filhos estão ali. E eu conheço mães que querem férias, querem um tempo, um respiro, um minuto de silêncio, mas sinceramente eu desconheço mães que querem que seus filhos evaporem para sempre.
É. Eu aprendi a tirar selfie, eu aprendi a me maquiar, a fazer carão, mas acima de tudo … eu aprendi a conviver com a saudades mais doída e louca que já senti na vida. Eu tive a inenarrável experiência de enxergar a minha vida olhando de cima: como quem vê um filme, e nem sempre consegue acreditar na sorte que “teve”. Foi lindo, foi incrível, foi revelador, foi único, foi engrandecedor… mas hoje eu te digo, com toda a sinceridade do mundo: você não precisa de uma viagem com as amigas para ser mais feliz. Não precisa da viagem dos sonhos para se encontrar. Não precisa de uma taça de vinho no final da noite para ter paz… não existe regra na felicidade, você só precisa ser você para ser.
Encontre o seu caminho, mas não deixe a felicidade escapar entre os dedos. No final do dia, você é a única pessoa capaz de dar ao seu filho uma mãe feliz. ❤️ Essa responsabilidade é sua, totalmente sua, e de mais ninguém. Essa lição, eu já aprendi.
E aguardem… a viagem foi só o ponta pé inicial do #LutecomoUmaMaeMaezice 

Lanchinho para as crianças – leite fermentado Danoninho

Oi, pessoal! Tudo bem? Espero que sim! 🙂 Quem me segue lá no Instagram (segue lá, @maezice) já estava sabendo que eu tinha sido convidada para provar no dia a dia o novo produto da marca Danoninho, o Leite Fermentado Danoninho. O novo leitinho fermentado não tem conservantes e nem corantes, mas manteve aquele gostinho de infância que a gente ama. Não dá pra esquecer de contar que além de delicioso, ele ainda tem milhões de lactobacilos vivos que fazem um bem danado para o nosso corpo. O Leitinho Fermentado Danoninho entra pra facilitar os nossos dias mais corridos, e estão fazendo parte – pelo menos 3 vezes por semana, dos lanchinhos da escola.

Uma sugestão de lanchinho equilibrado, e que faz o maior sucesso por aqui, é: pãozinho integral com creme de ricota, uma frutinha – escolha uma que seja da preferência da sua criança (as que fazem mais sucesso no nosso dia a dia aqui são: maçã, banana, uva, melancia e manga) e o Leitinho Fermentado Danoninho! 🙂 É um lanchinho sucesso, na certa!

E se você aí tá se perguntando se as meninas curtiram o leitinho fermentado, a resposta é: SIM! ELAS AMARAM! Ah, e não só elas, tá? A gente também amou!

Espero que vocês tenham curtido a dica e não deixem de me contar se provarem o Leitinho Fermentado Danoninho! Vou adorar saber o que vocês acharam.

Beijos, Ananda Urias

*Conteúdo patrocinado pela Danoninho.

Volta às Aulas Superpoderosa – concorra a kit PJ Masks

Que tal comemorar a volta às aulas com um kit incrível do desenho animado PJ Masks? Se os seus filhos, assim como as minhas, também adoram os super heróis de pijamas, não deixe de ler esse post e descobrir como vocês podem concorrer a um kit vola às aulas com  1 mochila (DMW), 1 estojo (DMW), e 1 caderno brochura de capa dura com adesivos (Tilibra) dos personagens.

Para participar do concurso é muito simples: pais ou responsáveis legais devem se cadastrar no site da campanha e, com os filhos, responderem a seguinte pergunta: “Se você pudesse ativar um superpoder na escola, qual seria e por quê?”.  As duas respostas mais criativas ganharão um kit PJ Masks de Volta às Aulas.

Os pequenos deverão usar a imaginação, brincando de super heróis, com super poderes, combatendo o “crime” e aprendendo lições valiosas pelo caminho, assim como os personagens Conor, Amaya e Greg, do PJ Masks.

Para participar acesse o link: PJ MASKS VOLTA ÀS AULAS 
E se cadastre e responda à pergunta, até o dia 09 de fevereiro . O resultado do concurso cultural será anunciado no dia 18 de fevereiro na página oficial do PJ Masks no Facebook (www.facebook.com/PJMasksBR).

Larinha já está pronta para começar as aulas, e você não vai ficar de fora dessa, não é? 🙂

Beijos,

Ananda Urias

Como proteger seu filho de um afogamento

Muito tem se falado sobre AFOGAMENTO, mas o que poucas pessoas falam é que esse tipo de acidente pode acontecer até dentro da nossa própria casa. Baldes e banheiras também estão entre os causadores de acidentes domésticos ligados à afogamento. Então, que tal aprender a fundo as formas de proteger o seu filho de um afogamento?

• Esvazie baldes, banheiras e piscinas infantis depois do uso e guarde-os sempre virados para baixo e longe do alcance das crianças;

• Mantenha baldes com água no alto, longe do alcance das crianças;

• Conserve a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrada com algum dispositivo de segurança “à prova de criança” ou mantenha a porta do banheiro trancada;

• Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com alguma proteção que não permita “mergulhos”;

• Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m que não possam ser escaladas e portões com cadeados ou trava de segurança que dificultem o acesso dos pequenos;

• Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes. Esses recursos devem ser usados em conjunto com as cercas e a constante supervisão dos adultos;

• Grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água;

• Evite brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água;

• Saiba quais amigos ou vizinhos têm piscina em casa e quando levar a criança para visitá-los, certifique-se de que será supervisionada por um adulto enquanto brinca na água;

• Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança. Eles podem estourar, virar a qualquer momento e ser levados pela correnteza. O ideal é que a criança use sempre um colete salva-vidas quando estiver em embarcações, próxima a rios, represas, mares, lagos e piscinas, e quando estiver praticando esportes aquáticos;

• Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;

• Muitos casos de afogamentos aconteceram com pessoas que achavam que sabiam nadar. Não superestime a habilidade de crianças e adolescentes;

• No mar, a vala aparenta uma falsa calmaria, mas representa o local de maior correnteza que leva para o alto mar. Ensine a criança a nadar transversalmente à vala até conseguir escapar ou a pedir socorro imediatamente;

• O rápido socorro é fundamental para o salvamento da criança que se afoga, pois a morte por asfixia pode ocorrer em apenas 5 minutos. Por isso é tão importante que pais, responsáveis, educadores e outras pessoas que cuidam de crianças aprendam técnicas de primeiros socorros;

• Tenha um telefone próximo à área de lazer e o número do atendimento de emergência (SAMU: 192 e Corpo de Bombeiros: 193).

Tudo cuidado é pouco quando o assunto é segurança infantil. Compartilhe, divulgue, ajude outras mães a cuidarem de seus filhos.

beijos,

Ananda Urias

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O amor engorda

“Não, este não é um antes e depois de perda de peso. Mas é uma história de vitória.
Escrevo isto com meu coração. E isso dói.
À esquerda – Esse era o meu corpo antes de ter filhos.
Sem estrias ou cicatrizes, com piercing no umbigo. Um umbigo alto. Um estômago reto. Eu estava sempre de dieta naquela época. E esta foi a dieta mais eficaz que eu fiz.

À direita sou eu agora. Estrias. Um umbigo caído. Um corpo maior, sem muitos ossos salientes, mas com mais covinhas que representam a celulite. As pessoas não querem ver esta foto. Não é agradável para os olhos. Não é um corpo a ser admirado.

Este corpo não é o resultado de uma dieta com apenas carne. É um resultado de comer de tudo. Frutas, legumes, carboidratos, massas, arroz, bolos, chocolate .. Às vezes, 20 nuggets de frango. Peixe … Nem sempre é saudável, mas 99% é. Os nuggets são para quando estou cansada … Claro.

As cicatrizes, as estrias e a barriga flácida é porque eu fiz seres humanos. Eu comi um pouco mais de bolo, eu bebi um pouco mais de vinho. Fiz bolos de caneca às 9h da noite e me aconcheguei no sofá com o meu marido. Mas por alguma razão, eu não amo este corpo. É triste. … Mas quer saber? Tenho conseguido mais coisas com este corpo do que com o meu velho corpo. Eu comi mais alimentos bons. Eu vivi mais, tenho me doado mais, tenho me divertido mais. Tenho vivido. Este corpo, ESTE corpo deve ser comemorado e admirado.
Eu devo me admirar. Eu devo me amar.
Eu ainda quero me parecer com a primeira foto, sem dúvida. Eu sinto falta daquele corpo, isso me deixa triste. Mas eu quero chegar lá de uma forma saudável, mentalmente e fisicamente. Eu quero ter orgulho e estar em paz com este eu quero gostar do que eu tenho agora.

Não interessa qual o seu tamanho. Você merece ser celebrada.
Então, ame seu corpo, porque você realmente só tem um!”

Texto: Laura Mazza

Lindo, né? Super me identifiquei e por isso, quis dividir com vocês! Não esqueçam de compartilhar com as amigas, tenho certeza de que elas vão amar!

Beijos,
Ananda Urias
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Criar o filho dos outros é fácil

Criar um filho não é nada fácil, mas aquela ‘vizinha’, algumas pessoas da família e a aquela mãe amiga sabem criar meu filho melhor do que eu. Impressionante! Alguns dias, tenho vontade de bater na sua porta e deixar o meu filho por lá. Vai que assim, o batalhão da perfeição consegue por ordem na minha “falha educação”.

A perfeição mora do lado de lá, onde eu não consigo alcançar. Para o terror das pessoas que insistem em me ‘aconselhar’, meu filho não dorme a noite inteira, não come como deveria, assiste mais tv do que eu gostaria, se joga no chão quando lhe é negado o chão ou um brinquedo desejado. As vezes, ele coloca o pé sujo no sofá, come com a boca aberta, quer pegar a comida com a mão, sobe em cima da mesa, grita quando contrariado! Não fico calada, não sou permissiva, mas educar não é fácil não! Sei que dou o meu melhor, faço o meu possível e já sofro o suficiente com o meu próprio julgamento.

Para as pessoas que ‘me’ julgam, gostaria de dizer que estou à disposição para ajudar a encontrar soluções criativas para os seus dias difíceis, porque ao invés de julgamento QUERO oferecer a minha EMPATIA. Posso te levar para passear, dizer que ser mãe não é fácil, te consolar e dizer que tudo isso vai passar!

Ser mãe do filho dos outros pode até ser fácil, mas eu prefiro encarar a minha maternidade e conquistar, dia após dia, a minha própria vitória! Então, quando as coisas por aí apertar, terei um bolinho quentinho e um ombro amigo para te ofertar!

Texto escrito por Ananda Urias, inspirado nas mães que criam mentalmente o filho dos outros.

Qualquer semelhança com a sua vida não é mera coincidência. (rs!)

Beijos,

Ananda Urias
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Tudo sobre a minha mastopexia (plástica para seios caídos)

Assim que me tornei mãe pela primeira vez, há mais de 7 anos atrás, me deparei com uma realidade ainda desconhecida por mim: meus seios, que sempre foram ‘normais’, ganharam uma flacidez que me deixou triste e abalou a minha auto estima. Nesse período, em uma ida ao cirurgião plástico, decidimos colocar silicone. Escolhemos uma prótese de 300 ml, que completou de forma perfeita o espaço que estava sobrando por lá!

Depois da segunda filha, foi necessário passar por mais uma intervenção cirúrgica, dessa vez a mastopexia (cirurgia que levanta seios caídos!). Para falar de forma mais detalhada, gravei um vídeo para o nosso canal do Youtube (Se inscreva aqui!), respondendo as perguntas mais frequentes das nossas seguidoras nas redes sociais. Tá querendo saber mais detalhes sobre a cirurgia? Aperta o play e vem com a gente!

Se quiser fazer perguntas, deixe nos comentários. Será um prazer imenso te ajudar nessa descoberta!

Beijos,

Ananda Urias
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Viajando com Filhos

Viajar com filhos é SEMPRE bom, mas a gente sabe que estar com crianças demanda uma estrutura mais organizada e passeios que gerem interesse neles, né? Pensando nisso, o Mãezice começa hoje o primeiro vlog #ViajandoComFilhos. O nosso primeiro destino foi a Serra de Guaramiranga, localizada há 110km de Fortaleza (CE). Tenho certeza de que você vai amar todas as dicas e locais por onde passamos! Aperta o play e não esquece de seguir o nosso canal do Youtube.

Gostaram?
Beijos,
Ananda Urias
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Por que você deveria empoderar SUA criança

Muito se fala sobre o empoderamento materno. Era comum, há pouco tempo atrás, as pessoas relacionarem a sua forma de empoderamento a via de parto escolhida. Ao meu ver, uma grande bobagem relacionar algo tão profundo com a sua escolha pela cesárea ou o parto normal. O empoderamento na verdade, é a chance que temos de viver uma maternidade diferente daquela que a sociedade nos impõem.

O empoderamento é o grito de liberdade para quem deseja ENFIM ser exatamente quem deseja ser. Ser autêntico em um mundo que aniquila (sem dó nem piedade) a tua confiança para te enquadrar em padrões convencionais não é fácil, mas é possível.

Ao meu ver, não só as mães, mas principalmente as nossas crianças gritam por empoderamento. E devido à urgência do caso,  nadar contra a corrente se faz necessário.

É MUITO difícil fugir da repetição da figura materna que nos acolheu e nos educou. Minha mãe é uma mulher extraordinária. Foi mãe solo em uma época onde isso era um crime contra a moral e os bons (oi?) costumes, mas mesmo me levando para o caminho do empoderamento PESSOAL, fazendo com que eu acreditasse em mim e nas minhas qualidades, ainda escutei por anos que eu era uma pessoa difícil. Veja bem, eu não a culpo por ter repetido infinitas vezes aquilo que ela escutou de seus pais. Há um tempo, me via cruelmente repetindo o mesmo discurso para a minha filha de apenas 7 anos. Até que eu me vi encurralada em minhas próprias lembranças e me deparei com a realidade: somos responsáveis pela forma como os nossos filhos se enxergam, se aceitam e se amam. Duro, porém real.

A maternidade e paternidade é assim mesmo. E se empoderar dá trabalho, além de gerar uma dor estrutural que muita gente não quer sentir! Não julgo, cada um sabe de si. Mas aqui eu tenho diariamente colocado mais “a cara no sol”.

Infelizmente, demorei a atentar para a necessidade do EMPODERAR. Minha filha mais velha, fruto dessa revolução, estava demonstrando uma insegurança e um necessidade de aceitação que doía até em mim. Foi chegada a hora de aceitar a personalidade, mas iniciar a revolução através do Empoderamento.

Claro que no caso da minha filha, existiam motivos para tais mudanças de comportamento: uma mudança de cidade, escola, saudades da família… Geraram nela uma crise existencial e em mim um pânico materno. Toda a teoria evaporou e eu, daqui, só conseguia repetir: ela é difícil! Nossa, como ela é difícil! Nossa, ser mãe é tão difícil. Nada que abalasse o meu amor, mas na altura eu já não me considerava certa dos caminhos a trilhar. MAS eu descobri que, na verdade, esquecei de me empoderar. E foi ali, em meio a um furacão de emoções que eu, encontrei o caminho a seguir.

Rasguei as teorias, os livros  que nos ensinar a criar meninas (eu quero mesmo é criar um ser HUMANO), aquele que manda deixar a criança chorar, aquele outro que fala sobre a plenitude e perfeição francesa. Nunca quis ser perfeita… Então, deixa ele pra lá!

Foi aí também que eu descobrir que empoderamento tem a ver com ser exatamente aquela pessoa que sou, só que para as minhas filhas. Aquela que sorri, que chora, que diz “agora não, estou estressada! (Sim, eu falo isso para a minha mais velha e ela aprendeu a respeitar), aquela que explica que em alguns momentos a gente também precisa de silêncio, de solidão, de alguns minutos a sós no banheiro. Ensino ela a ir, sem olhar pra trás e sem medo de ser feliz, porque ela PODE, ela CONSEGUE, ela é CAPAZ. Como também ensino ela a PENSAR, RESPEITAR, CALAR e se desculpar.

Nesse dia, também parei de repetir o discurso de 1990 de que ela é difícil. As situações, muitas vezes, são difíceis (e não há mal nenhum nisso, assim é a vida!), mas a minha filha é apenas uma criança aprendendo a viver nesse mundo tão cheio de sentimentos contraditórios. Não é difícil ser, a verdade é que é difícil crescer!

É difícil crescer, dia após dia, como mãe. Encarar os erros que são muitos, dormir com a culpa, abraçar os medos… Mas no dia em que me empoderei, descobri que tá tudo bem se hoje eu não dei conta, minha filha nem sempre dará também…

Enquanto o mundo tenta te acuar, usando o discurso clichê: vai ficar mimada, vai dar trabalho, vai ser uma criança difícil. Eu GRITO para o mundo que eu ela VAI ser feliz, vai ser segura de si, vai ter personalidade forte, vai correr atrás dos seus sonhos, vai saber o seu real valor.

Não CONFUNDA empoderamento com permissividade! Não confunda amor com “tudo pode”. Uma mãe que empodera o seu filho é PARCEIRA nas descobertas boas e ruins, é uma motivadora nos percalços da vida, é aquela pessoa que coloca o ombro à disposição para que o filho possa subir e descobrir o que tem além dos muros em que habita.

Empondere uma mãe, empodere um pai, empodere uma criança e colha os frutos dessa revolução.

texto: Ananda Urias

Ananda Urias
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Mamãe precisa de férias.

Filho, descobrir o mundo ao seu lado é maravilhoso, mas hoje acordei com uma vontade incrível de viver algo novo, diferente e libertador. Depois de várias noites seguidas entre idas e vindas do seu quarto para o meu, contabilizei algumas poucas horas de sono e uma vontade imensa de me redescobrir. Talvez, eu esteja em crise, é verdade, mas eu sei que lá no fundo estou precisando mesmo é de um tempo para mim.

Depois que eu virei mãe, me deparei com muita gente dizendo que eu não preciso mais dormir, não preciso mais saborear as minhas refeições, não preciso mais ler um livro, ir ao cinema, me maquiar… É verdade que as prioridades mudam, mas as singela necessidade de me auto satisfazer ainda vive por aqui. Claro que não posso mais ser a mesma o tempo todo, até seria impossível desejar tamanha besteira! Você deixou o meu mundo de cabeça para baixo, mas também me deu um equilíbrio que, na maioria dos dias, me sustenta. Nas horas, dias ou meses que me sinto errante, eu só queria gritar para o mundo que além de mãe também sou gente.

Mãe também precisa de um café quentinho, um vinho a dois, uma cerveja entre amigos, uma leitura despretensiosa que será interrompida fatalmente com um cochilo inevitável causado por tanto cansaço acumulado. Mãe também precisa namorar, e como precisa! Tenho certeza de que sentirei saudades quando estiver vendo crianças saltitando a minha frente, mas vai ser incrível lembrar de você de uma forma diferente.

Não me leve a mal, filhos, mas eu estou precisando de férias. Férias para recarregar as energias e relembrar como é bom ser exatamente a pessoa que eu era. Vou sem medo, porque vou por ter a certeza de que estarás de braços abertos me esperando retornar mais leve, mais feliz e com ainda mais amor para dar.

Mamãe precisa de férias e, por aqui, eu já sinto até o cheirinho do mar…

Texto: Ananda Urias

Ananda Urias
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10 coisas que nunca deveriam ser ditas para uma mãe que ‘trabalha fora’

Você é apaixonada pela sua profissão ou simplesmente não pode (ou não quer) abrir mão do seu salário, seja ele apenas para você ou para auxiliar nos custos da casa? Não importa, a decisão de trabalhar fora é sua e deve ser respeitada! A grande verdade é que a sociedade NUNCA está satisfeita com as nossas escolhas, e você vai escutar (em algum momento) comentários desnecessários e que poderão até te magoar de verdade. Sendo assim, para te ajudar, resolvi fazer um post com 10 COISAS QUE NUNCA DEVERIAM SER DITAS PARA UMA MÃE QUE TRABALHA FORA. Tenho certeza de que você vai gostar.

1- “Eu nunca deixaria meus filhos serem criados por outra pessoa”

Mães que trabalham fora de casa, de forma tradicional, PRECISAM contar com a AJUDA de uma escolinha ou avó ou babá, mas isso NÃO significa que existe outra pessoa criando o nosso filho. Só uma mãe sabe que mesmo fora de casa, seja por necessidade ou escolha, estamos sempre perto.

2 – “Nossa, não é difícil passar o dia inteiro longe dos seus filhos” 

É difícil sim! Mas a gente não precisa de ninguém lembrando o tempo inteiro que essa é uma escolha difícil de se fazer! Basta por si só a saudades e a própria culpa (que não deveria existir!) que nos impomos por não estarmos ao lado do nosso filho em tantas descobertas. Então, se não tem nada de bom pra falar… que tal se calar?

3- “Deve ser bom passar o dia todo fora” (quando bom significa fácil)

Não podemos negar que almoçar e ir ao banheiro sem companhia é agradável (e a mãe que disser ao contrário tá mentindo!), mas também é difícil perder momentos dos nossos filhos que muitas vezes são as suas primeiras descobertas. Na época da minha primeira filha, eu admito que esse era a única coisa que me deixava triste, pois eu amava o meu trabalho e amo me sentir intelectualmente produtiva.

4- “Você deve realmente amar o seu trabalho”

Não podemos amar o nosso trabalho? Parece que quando viramos mãe, nosso direito de amar se restringe ao nosso filho. E olha, não é bem assim.. Mãe tem o direito de amar o seu trabalho, se sentir produtiva, amar dormir (mesmo que não o faça com a frequência que gostaria), amar ir ao salão, a acadêmia, sair com o companheiro ou sair para paquerar, SER MULHER… além de ser mãe.

5- “Eu não sei como você consegue”

Não somos super heroínas e não precisamos ser, essa é a ÚNICA VERDADE ABSOLUTA DA MATERNIDADE.  Vamos errar sim! Vamos acertar também. Sabe como eu conseguia sair de casa todo para trabalhar? Sendo feliz com aquilo que eu fazia, sendo feliz com o dinheiro no bolso para suprir as necessidades da minha filha, sendo feliz com o amor que eu recebia e dava quando estávamos juntas, sendo integralmente presente quando eram os nossos momentos. Sendo feliz, fazia a minha filha feliz. Simples assim!

6 – Se você cortar algumas despesas, vai conseguir ficar em casa com os seus filhos!

Pode até ser, mas quem disse que eu quero cortar despesas? quem disse que eu quero ficar em casa? quem disse que eu não quero ir pro meu trabalho e cumprir as minhas funções profissionais? Essa escolha é pessoal e cabe apenas a mãe (e a sua família). De resto, o silêncio é ouro.

7 – Você poderia começar a fazer scrapbook de casa…

Mas, quem disse mesmo que eu queria ficar em casa?

8 – Quando estiver em casa, dê bastante atenção para eles!

Esse era um dos ‘conselhos’ que mais me irritavam! Nenhuma mãe precisa desse conselho, te garanto. Ela espera ansiosa pela hora de voltar para casa para poder abraçar o seu filho, descobrir as novidades do dia, botar para dormir agarradinho…

9 – “Você não precisa de uma promoção no trabalho, você tem filhos, né?”

TODA mãe no mercado de trabalho sofre algum tipo de preconceito por ser mãe, como se isso a impossibilitasse de ser uma boa funcionária, gestora, diretora… Mas as mulheres adquirem qualidades incríveis depois que são mãe!  Elas são pacientes, persistentes, sabem trabalhar da melhor maneira ainda que no caos, sabem fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas ainda são subestimadas, sofrem preconceito e perdem espaço no mercado de trabalho por causa dos seus filhos.

Cabe a mulher decidir se está na hora de receber uma promoção no trabalho, aumentar as suas funções e se dedicar ainda mais a uma nova equipe. Cabe apenas a ela, e a mais ninguém!

10 – Você tem algum familiar ou amigo para cuidar dos seus filhos em caso de doença? 

Em entrevista de trabalho, quem nunca teve que responder a essa pergunta? É triste ver que o mercado de trabalho ainda não sabe acolher as mães. Elas são pacientes, persistentes, sabem trabalhar da melhor maneira ainda que no caos, sabem fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas ainda são subestimadas, sofrem preconceito e perdem espaço no mercado de trabalho por causa dos seus filhos. Algum dia, talvez, as empresas vão perceber que liberar a sua funcionária no dia que o seu filho está doente, para levar ao médico ou para assistir a apresentação de dia das mães na escolinha, só a transforma em funcionária ainda mais motivada e fiel.

Maternidade não é doença e não incapacita uma mãe a ser profissional e mulher. Tá passando da hora de vermos as empresas se rendendo aos encantos e qualidades de uma mãe profissional! Elas tem muito para dar, não tenho dúvidas disso.

Leia também: 10 coisas que nunca deveriam ser ditas para uma mãe em período integral 

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