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Maternidade

Mãe, larga esse telefone…

Quantas vezes o seu filho te chamou atenção porque você não olhava nos seus olhos ou estava ali de corpo, mas a alma estava vagando por aí? Esse não é um post para te julgar, ao contrário… estou aqui para compartilhar os meus últimos aprendizados e reconhecer como é tentador se tornar refém da internet, do Instagram, e principalmente da sedutora “vida alheia”. Essa é uma história sobre mim, que talvez também seja sobre você. Mas caberá a você decidir se faz sentido ou não para você! Estamos combinadas assim? 😉

poxa! Eu bem sei como é difícil se olhar no espelho e perceber um “quê” de hipocrisia nas minhas convicções e palavras, quando o assunto é telas. Recentemente, a minha pré adolescente me questionou porque eu podia usar por tanto tempo seguido o celular, mas ela não poderia ter um? E pra fechar com chave de ouro, a minha caçula me pediu para olhar em seus olhos enquanto a gente terminava uma brincadeira. “Olha aqui, mãe! Larga o celular, mãe”.

A cabeça ficou a mil, e foi aí que eu comecei a me perguntar sobre quantas horas por dia eu passo na frente de uma tela minúscula que cabe na palma da minha mão? Quantos sorrisos espontâneos eu já perdi porque estava mais entretida com o que se passava bem longe de mim?
Toda vez que eu penso em pegar o celular no meio de uma conversa olho no olho, de uma brincadeira ou um abraço, deixo o LARGA O CELULAR MÃE, ecoar aqui dentro.

Minhas filhas precisam, querem e desejam a minha atenção e presença.

Não estou fazendo do celular o vilão, e nem eu sou a princesa indefesa dessa história, nem seria louca de dizer para cancelarmos a tecnologia e voltarmos para o tempo das cavernas.
Mas foi preciso um “se liga” sincero para que eu partisse em busca do equilíbrio perfeito, aonde eu não fosse mais refém do celular e não me permitir mais enxergar os meus filhos através de uma tela.
Minhas filhas precisam do meu olhar, tanto quanto eu preciso delas.
Mãe, larga o celular e vai brincar. ❤️

Texto: @maezice por Ananda Urias

Mãe também viaja sozinha

Eu reaprendi a tirar selfie, fiz muitas caras e bocas para o meu celular, enquanto lembro com saudades de quando tinha meus 20 anos e o meu celular ainda era rosa e tinha uma câmera de míseros megapixels. Foi. Foi a maternidade que mudou a minha vida, a minha forma de enxergar o mundo, e de olhar a mulher que existe aqui. Quantas vezes fui a um restaurante e pedi um prato pensando nas crianças? Afinal, seria inevitável dividi-lo com elas. Eu amo camarão, já a Lara prefere frango. “Vamos de frango então!”. Meu picolé, meu macarrão, meu arroz, meu eu. Toda mãe se divide por tempo indeterminado – enquanto os filhos estão ali. E eu conheço mães que querem férias, querem um tempo, um respiro, um minuto de silêncio, mas sinceramente eu desconheço mães que querem que seus filhos evaporem para sempre.
É. Eu aprendi a tirar selfie, eu aprendi a me maquiar, a fazer carão, mas acima de tudo … eu aprendi a conviver com a saudades mais doída e louca que já senti na vida. Eu tive a inenarrável experiência de enxergar a minha vida olhando de cima: como quem vê um filme, e nem sempre consegue acreditar na sorte que “teve”. Foi lindo, foi incrível, foi revelador, foi único, foi engrandecedor… mas hoje eu te digo, com toda a sinceridade do mundo: você não precisa de uma viagem com as amigas para ser mais feliz. Não precisa da viagem dos sonhos para se encontrar. Não precisa de uma taça de vinho no final da noite para ter paz… não existe regra na felicidade, você só precisa ser você para ser.
Encontre o seu caminho, mas não deixe a felicidade escapar entre os dedos. No final do dia, você é a única pessoa capaz de dar ao seu filho uma mãe feliz. ❤️ Essa responsabilidade é sua, totalmente sua, e de mais ninguém. Essa lição, eu já aprendi.
E aguardem… a viagem foi só o ponta pé inicial do #LutecomoUmaMaeMaezice 

Precisamos falar sobre puerpério

Ei, você! Grávida. Precisamos falar sobre puerpério, precisamos conversar sobre o bico rachado, os hormônios em ebulição, as noites em claros, o choro escondido no banheiro e a exaustão.

Deixe de lado o enxoval, as roupas importadas, o carrinho do momento, o kit berço, o berço colorido ou a caminha de casinha, por favor: PREPARE o seu coração, invista em você.

Você está prestes a vivenciar a mais incrível aventura da sua jornada, mas nem os livros que você leu, nem o seu obstetra, nem as suas amigas, nem a sua mãe, serão capazes de te preparar para o que está por vir.

Esqueça a família de comercial de margarina, muito provavelmente você nunca vai se sentir assim. Aprender a viver com o coração fora do peito é uma missão dolorosa.

Sabe aquele amor que todos dizem que sentem assim que o filho nasce? Eu sei que ninguém te fala, mas o amor de mãe é uma construção diária. E quando você se perguntar, aos prantos, se será capaz de amar, cuidar e criar, acredite!Você vai descobrir que por essa criança será capaz de dar a sua própria vida.

Prepare-se para abraçar o caos. Não são apenas as noites em claro, a falta do banho, da comida fria, do café tranquilo, do encontro com as amigas, do tempo a sós com o parceiro, da ida tranquila e solitária ao banheiro. Se prepare para amar outro alguém mais do que a você mesma. Se prepare para o medo da morte, para a insegurança que te abate nos dias difíceis, para viver dentro de outro corpo uma nova vida. Se prepare para ver o mundo com outros olhos, para perder alguns “amigos” e descobrir no percurso quem vale a pena estar contigo.

Esqueça todas as imagens que te fizeram sonhar com o momento incrível em que seu filho mama pela primeira vez. Amamentar é incrível, mas na maioria das vezes não é uma missão fácil. E se o bico rachar, se sangrar, procure um profissional para te apoiar. Persista, mas não se culpe. Busque ajuda, mas não se cobre perfeição. Acredite na sua intuição, mas não esqueça que você é recém chegada nessa escola. Seja humilde e gentil com você, com o seu filho e com as pessoas que estão ao seu lado. Sabe aquele conselho dado de bom grado e cheio de boas intenções? Escute, filtre e leve adiante apenas o faz sentido para o seu coração.

Prepare-se para descobrir que mãe não tira férias, não tem feriado prolongado, ou final de semana de semana de preguiça na cama.
Prepare-se para querer colo de mãe, para se sentir sozinha (mesmo ao lado de tanta gente), para ter vergonha do seu novo corpo, para não se encontrar nos planos que você fez durante toda a vida, revisitar certezas e descobrir que muitas dos dedos que você apontou, serão apontados para você também. E por favor, prepare para se sentir triste, cansada, exausta e com saudades de você também.

É preciso falar o que ninguém te falou, é preciso desconstruir a imagem unicamente feliz da mãe que acabou de parir. Ser mãe dói, vá por mim.

Você vai chorar escondida, mas também vai descobrir dentro de si uma força que nunca imaginou que teria.
Autora: @maezice por Ananda Urias
Compre o meu livro: Muito Além da Maternidade

 

A morte por afogamento é rápida e silenciosa

Você passou a vida inteira vendo em filmes e na televisão, afogamentos barulhentos e cheios de pedido de socorro. Não é? Mas, através desse post, você vai aprender que na maioria dos casos o afogamento é um evento silencioso e que pode passar despercebido até por quem está ao lado do acidentado.

A Resposta Instintiva de Afogamento ou IDR (da sigla em inglês “Instinctive Drowing Response”) – termo cunhado por Francesco A. Pia, Ph.D – é o que as pessoas fazem para evitar o sufocamento real ou percebido (imaginário) na água. E isso não se parece com o que a maioria das pessoas esperaria. Há quase nenhum tipo de aceno frenético ou gritos de socorro. Para se ter uma idéia de quão quieto ou desprovido de agitação na superfície o afogamento pode ser, considere o seguinte dado fornecido pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC):

  • O afogamento é segunda causa de morte acidental em crianças até 15 anos (a primeira são acidentes de trânsito);
  • Das cerca de 750 crianças que se afogarão nos próximos 12 meses, ao menos metade acontecerá a menos de 25 metros de um dos pais ou adulto;
  • Em 10% desses afogamentos, o adulto o presenciará sem ter idéia de que está acontecendo. O Afogamento não se parece com afogamento.

Em um artigo para a Revista On Scene, da Guarda Costeira Americana (edição de Outono de 2006, pág. 14), o dr. Pia descreveu o IDR como segue:

  1. Exceto em raras circunstâncias, pessoas se afogando estão fisiologicamente incapacitadas de gritar por socorro. O sistema respiratório foi projetado para a respiração; a fala é uma função secundária. A respiração precisa acontecer antes que a fala ocorra;
  2.  A boca de quem se afoga fica alternadamente acima e abaixo da superfície da água, e quando acima não tem tempo suficiente para exalar, inalar, e gritar por socorro rapidamente antes que comecem a submergir novamente;
  3. Pessoas se afogando não acenam por socorro. O instinto as força a estenderem os braços lateralmente e pressionar a superfície da água de forma a permitir que a pessoa erga o corpo e, respectivamente, sua boca para respirar;
  4. Durante todo o tempo que dura o IDR, quem está se afogando não consegue controlar voluntariamente os movimentos dos braços. Fisiologicamente, não conseguem parar de se debater na superfície da água e interromper o afogamento com movimentos voluntários como acenar por socorro, nadar em direção a um possível resgate, ou tentar alcançar algum tipo de equipamento que as ajudem a flutuar;
  5. Do começo ao final do IDR, o corpo da pessoa permanece vertical em relação á agua, sem evidência de esteja dando pernadas para se manter nessa posição. A menos que seja resgatada por um salva-vidas treinado, ela só conseguirá se manter nessa posição entre 20 e 60 segundos antes de submergir.

(Fonte: On Scene Magazine: Fall 2006)

Isso não significa que uma pessoa gritando por ajuda ou se debatendo na água não esteja em perigo real – elas estão passando por um episódio de stress aquático. Nem sempre presente no IDR, o stress aquático não dura muito tempo, mas ao contrário do afogamento, essas vítimas ainda podem auxiliar em seu próprio salvamento agarrando bóias, cabos de resgate, etc. Fique atento para esses outros sinais de que um afogamento pode estar acontecendo:

  • Cabeça baixa na água, boca abaixo da superfície;
  • Cabeça inclinada para trás com a boca aberta;
  • Olhos vidrados e vazios, sem foco;
  • Olhos fechados;
  • Cabelos sobre a testa ou olhos;
  • Posição vertical na água, sem o uso das pernas para dar propulsão;
  • Hiperventilação ou engasgos;
  • Tentativa de nadar um uma direção particular sem progresso real;
  • Tentativa de se virar de costas para a água;
  • Movimento de subir escadas, raramente para fora d’água.

Portanto, se um tripulante ou passageiro cair na água e tudo parecer em ordem, não esteja tão certo disso. Às vezes a indicação mais comum que alguém está se afogando é que… não parece que eles realmente estão. Pode parecer que estão apenas boiando e olhando para o deck.

Como se certificar que uma pessoa está em perigo? Pergunte claramente “Você está bem?”. Se a pessoa puder responder qualquer coisa ela provavelmente está. Se você receber como resposta apenas um olhar vazio, você tem menos de 30 segundos para salvá-la antes que se afogue. E um recado aos pais: crianças brincando na água são barulhentas. Quando elas ficarem quietas, vá rapidamente verificar o porquê. 

Fonte:  gcaptain.com

Não deixem de compartilhar e ajudar a salvar vidas!

Beijos, 

Ananda Urias

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Criar o filho dos outros é fácil

Criar um filho não é nada fácil, mas aquela ‘vizinha’, algumas pessoas da família e a aquela mãe amiga sabem criar meu filho melhor do que eu. Impressionante! Alguns dias, tenho vontade de bater na sua porta e deixar o meu filho por lá. Vai que assim, o batalhão da perfeição consegue por ordem na minha “falha educação”.

A perfeição mora do lado de lá, onde eu não consigo alcançar. Para o terror das pessoas que insistem em me ‘aconselhar’, meu filho não dorme a noite inteira, não come como deveria, assiste mais tv do que eu gostaria, se joga no chão quando lhe é negado o chão ou um brinquedo desejado. As vezes, ele coloca o pé sujo no sofá, come com a boca aberta, quer pegar a comida com a mão, sobe em cima da mesa, grita quando contrariado! Não fico calada, não sou permissiva, mas educar não é fácil não! Sei que dou o meu melhor, faço o meu possível e já sofro o suficiente com o meu próprio julgamento.

Para as pessoas que ‘me’ julgam, gostaria de dizer que estou à disposição para ajudar a encontrar soluções criativas para os seus dias difíceis, porque ao invés de julgamento QUERO oferecer a minha EMPATIA. Posso te levar para passear, dizer que ser mãe não é fácil, te consolar e dizer que tudo isso vai passar!

Ser mãe do filho dos outros pode até ser fácil, mas eu prefiro encarar a minha maternidade e conquistar, dia após dia, a minha própria vitória! Então, quando as coisas por aí apertar, terei um bolinho quentinho e um ombro amigo para te ofertar!

Texto escrito por Ananda Urias, inspirado nas mães que criam mentalmente o filho dos outros.

Qualquer semelhança com a sua vida não é mera coincidência. (rs!)

Beijos,

Ananda Urias
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Tudo sobre a minha mastopexia (plástica para seios caídos)

Assim que me tornei mãe pela primeira vez, há mais de 7 anos atrás, me deparei com uma realidade ainda desconhecida por mim: meus seios, que sempre foram ‘normais’, ganharam uma flacidez que me deixou triste e abalou a minha auto estima. Nesse período, em uma ida ao cirurgião plástico, decidimos colocar silicone. Escolhemos uma prótese de 300 ml, que completou de forma perfeita o espaço que estava sobrando por lá!

Depois da segunda filha, foi necessário passar por mais uma intervenção cirúrgica, dessa vez a mastopexia (cirurgia que levanta seios caídos!). Para falar de forma mais detalhada, gravei um vídeo para o nosso canal do Youtube (Se inscreva aqui!), respondendo as perguntas mais frequentes das nossas seguidoras nas redes sociais. Tá querendo saber mais detalhes sobre a cirurgia? Aperta o play e vem com a gente!

Se quiser fazer perguntas, deixe nos comentários. Será um prazer imenso te ajudar nessa descoberta!

Beijos,

Ananda Urias
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Por que você deveria empoderar SUA criança

Muito se fala sobre o empoderamento materno. Era comum, há pouco tempo atrás, as pessoas relacionarem a sua forma de empoderamento a via de parto escolhida. Ao meu ver, uma grande bobagem relacionar algo tão profundo com a sua escolha pela cesárea ou o parto normal. O empoderamento na verdade, é a chance que temos de viver uma maternidade diferente daquela que a sociedade nos impõem.

O empoderamento é o grito de liberdade para quem deseja ENFIM ser exatamente quem deseja ser. Ser autêntico em um mundo que aniquila (sem dó nem piedade) a tua confiança para te enquadrar em padrões convencionais não é fácil, mas é possível.

Ao meu ver, não só as mães, mas principalmente as nossas crianças gritam por empoderamento. E devido à urgência do caso,  nadar contra a corrente se faz necessário.

É MUITO difícil fugir da repetição da figura materna que nos acolheu e nos educou. Minha mãe é uma mulher extraordinária. Foi mãe solo em uma época onde isso era um crime contra a moral e os bons (oi?) costumes, mas mesmo me levando para o caminho do empoderamento PESSOAL, fazendo com que eu acreditasse em mim e nas minhas qualidades, ainda escutei por anos que eu era uma pessoa difícil. Veja bem, eu não a culpo por ter repetido infinitas vezes aquilo que ela escutou de seus pais. Há um tempo, me via cruelmente repetindo o mesmo discurso para a minha filha de apenas 7 anos. Até que eu me vi encurralada em minhas próprias lembranças e me deparei com a realidade: somos responsáveis pela forma como os nossos filhos se enxergam, se aceitam e se amam. Duro, porém real.

A maternidade e paternidade é assim mesmo. E se empoderar dá trabalho, além de gerar uma dor estrutural que muita gente não quer sentir! Não julgo, cada um sabe de si. Mas aqui eu tenho diariamente colocado mais “a cara no sol”.

Infelizmente, demorei a atentar para a necessidade do EMPODERAR. Minha filha mais velha, fruto dessa revolução, estava demonstrando uma insegurança e um necessidade de aceitação que doía até em mim. Foi chegada a hora de aceitar a personalidade, mas iniciar a revolução através do Empoderamento.

Claro que no caso da minha filha, existiam motivos para tais mudanças de comportamento: uma mudança de cidade, escola, saudades da família… Geraram nela uma crise existencial e em mim um pânico materno. Toda a teoria evaporou e eu, daqui, só conseguia repetir: ela é difícil! Nossa, como ela é difícil! Nossa, ser mãe é tão difícil. Nada que abalasse o meu amor, mas na altura eu já não me considerava certa dos caminhos a trilhar. MAS eu descobri que, na verdade, esquecei de me empoderar. E foi ali, em meio a um furacão de emoções que eu, encontrei o caminho a seguir.

Rasguei as teorias, os livros  que nos ensinar a criar meninas (eu quero mesmo é criar um ser HUMANO), aquele que manda deixar a criança chorar, aquele outro que fala sobre a plenitude e perfeição francesa. Nunca quis ser perfeita… Então, deixa ele pra lá!

Foi aí também que eu descobrir que empoderamento tem a ver com ser exatamente aquela pessoa que sou, só que para as minhas filhas. Aquela que sorri, que chora, que diz “agora não, estou estressada! (Sim, eu falo isso para a minha mais velha e ela aprendeu a respeitar), aquela que explica que em alguns momentos a gente também precisa de silêncio, de solidão, de alguns minutos a sós no banheiro. Ensino ela a ir, sem olhar pra trás e sem medo de ser feliz, porque ela PODE, ela CONSEGUE, ela é CAPAZ. Como também ensino ela a PENSAR, RESPEITAR, CALAR e se desculpar.

Nesse dia, também parei de repetir o discurso de 1990 de que ela é difícil. As situações, muitas vezes, são difíceis (e não há mal nenhum nisso, assim é a vida!), mas a minha filha é apenas uma criança aprendendo a viver nesse mundo tão cheio de sentimentos contraditórios. Não é difícil ser, a verdade é que é difícil crescer!

É difícil crescer, dia após dia, como mãe. Encarar os erros que são muitos, dormir com a culpa, abraçar os medos… Mas no dia em que me empoderei, descobri que tá tudo bem se hoje eu não dei conta, minha filha nem sempre dará também…

Enquanto o mundo tenta te acuar, usando o discurso clichê: vai ficar mimada, vai dar trabalho, vai ser uma criança difícil. Eu GRITO para o mundo que eu ela VAI ser feliz, vai ser segura de si, vai ter personalidade forte, vai correr atrás dos seus sonhos, vai saber o seu real valor.

Não CONFUNDA empoderamento com permissividade! Não confunda amor com “tudo pode”. Uma mãe que empodera o seu filho é PARCEIRA nas descobertas boas e ruins, é uma motivadora nos percalços da vida, é aquela pessoa que coloca o ombro à disposição para que o filho possa subir e descobrir o que tem além dos muros em que habita.

Empondere uma mãe, empodere um pai, empodere uma criança e colha os frutos dessa revolução.

texto: Ananda Urias

Ananda Urias
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10 coisas para fazer antes que os filhos cresçam

O tempo é implacável, corre depressa e não espera a gente se adaptar às situações ou se acostumar com algumas dores da maternidade. A verdade é que, sorrindo ou não, os nossos filhos crescem ligeiro. Ultimamente, tenho visto cada vez mais mães abrindo o verbo e mostrando o lado difícil da vida de mãe. Acredito, piamente, que temos mesmo que nos afastar do modelo de mãe perfeita, mas ao mesmo tempo vemos (cada vez mais) comentários nas redes sociais que expõem o lado sombrio da experiência pessoal delas. SER MÃE NÃO É FÁCIL, mas ao mesmo tempo PASSA RÁPIDO DEMAIS para focarmos apenas na dificuldade. Por isso, decidi fazer uma lista com 10 COISAS PARA FAZER ANTES QUE OS NOSSOS FILHOS CRESÇAM. 

1 – NINAR O BEBÊ NO COLO E NÃO LARGAR

Ele acabou de dormir, depois de você cantar aquela canção de ninar e fazer aquele carinho dengoso na orelhinha e agora está na hora de colocar o bebê no berço ou na sua caminha. Certo? Na maioria dos dias sim, mas pelo menos uma vez na vida VIVA esse momento como se não houvesse amanhã. Velar o sono do filho enquanto você o tem no colo é a forma mais incrível de recarregar as baterias emocionais que eu conheço! Em breve, muito em breve, ele não caberá no seu colo ou não vai querer mais se sentir amassadinho pelo seu colo… Aproveite!

2 – ESQUEÇA O CELULAR E APROVEITE AQUELE OLHAR CARINHOSO

Se tem uma coisa que recém nascido e bebês fazem, como ninguém, é demonstrar afeto pelo olhar. Essa é a forma mais singela e real de expressão desse serzinho que acabou de nascer. A vida de recém mãe é cansativa, tudo que você deseja é dar o mamá (seja o peito ou a mamadeira) e ir descansar ou se organizar, mas enquanto você está ali CURTA O MOMENTO. Muitas vezes, o celular nos faz companhia para não dormirmos sentadas enquanto amamentamos ou aquele é o momento para nos conectarmos com o mundo. Não é? Eu te entendo, comigo também foi assim. Mas alguns dias eu aproveitava intensamente aquele olhar e posso te garantir, que ali eu me sentia muito amada.

3 – ETERNIZE O CHEIRO NA SUA MEMÓRIA

Nos primeiros meses de vida, quando ainda nem usava colônia para bebês, as minhas duas filhas tinham um cheirinho tão peculiar e especial que me faziam flutuar. Feche os olhos, inspire profundamente o cheiro da sua cabecinha e você vai se sentir completa. Não é exagero, tenha certeza, esse cheirinho nunca mais vai sair das suas lembranças…

4 – FAÇA CARETAS PARA O SEU FILHO SORRIR

As primeiras gargalhadas são inesquecíveis! E aos poucos, você vai percebendo que o seu filho te acha engraçada por tão pouco! Basta brincar de esconde-esconde, fazer caretas divertidas, barulhinhos com a boca, dancinhas desengonçadas… Quando você menos perceber, vai estar dançando e pulando para entreter o seu público mais especial.

5 – COMPARTILHE A SUA CAMA NAS NOITES DE FEBRE

Não existe nada pior do que ter um filho doente. Pode ser a primeira virose, resfriado ou o dentinho que está nascendo, o melhor remédio para as noites mal dormidas do bebê e a insegurança materna, sem dúvidas, é a cama dos pais.

6 – APRESENTE O MAR PARA O SEU FILHO

A primeira vez no mar, é inesquecível. Esteja ao lado do seu filho e não se esqueça de registrar… a confiança que ele tem em você, vai fazer toda a diferença na hora de colocar o pezinho na água e descobrir as ondas do mar.

7 – TOMEM BANHO JUNTOS

Se você ainda não tomou um banho de chuveiro, sentou no chão do box e se divertiu com o seu filho, não sabe como esse momento pode ser especial para os dois. Faz! Aproveita enquanto o seu filho não tem vergonha de você e aproveite esses momentos para relaxar ou se divertir ao lado de quem você mais ama.

8 – FAÇAM JUNTOS A RECEITA DE BOLO DA VOVÓ/ ALGUMA COISA DE FAMÍLIA

Sabe aquele bolo que o seu filho ama e veio diretamente do caderninho de receitas da sua mãe? Aqui em casa, o bolo de chocolate da minha mãe é o favorito da minha mais velha. Ele vem carregado de sentimentos e lembranças, além de ser uma delícia. Essa é uma das coisas que eu ainda não fiz com a minha filha, mas tenho certeza de que ela vai AMAR fazer ao meu lado. Na sua casa pode não ser um bolo, mas pode ser uma comidinha especial… façam juntos, vivam esse momento.

9 – COMAM PIPOCA EM UMA TARDE DE FILME EM CASA

No final de semana, queremos sempre encher as crianças de programações infantis e vamos juntos nessa. Algumas vezes, o casaço da semana deixa a gente mole e querendo apenas um aconchego na cama ou um filminho com pipoca. Seu filho é a sua melhor companhia.. claro que a faixa etária do filme tem que ser livre, mas a alegria de partilhar com o filho um momento de descanso e descontração vão te fazer um bem danado. Aqui, esse já é um dos programas preferidos da filha mais velha.

10 – BRINQUEM DE SALÃO DE BELEZA OU DE GUERRA ESPACIAL

Sempre seremos as melhores companhias para uma tarde no salão de beleza (onde o pai sai maquiado e a mãe com o cabelo ninhado) ou uma guerra espacial onde a mãe é a princesa guerreira e o pai é o vilão inescrupuloso ou herói bonzinho. Eles usam e abusam da imaginação… e como é uma delicia viver isso com eles!

Claro que existem N milhões de outras coisas legais para se fazer com um filho, mas eu escolhi essas por ser pouco lembrada e muitas vezes substimada pelas mães das redes sociais. Se você lembrou de mais alguma, deixa aqui nos comentário!

Espero que vocês tenham gostado.

Beijos,

Ananda Urias
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10 coisas que nunca deveriam ser ditas para uma mãe que ‘trabalha fora’

Você é apaixonada pela sua profissão ou simplesmente não pode (ou não quer) abrir mão do seu salário, seja ele apenas para você ou para auxiliar nos custos da casa? Não importa, a decisão de trabalhar fora é sua e deve ser respeitada! A grande verdade é que a sociedade NUNCA está satisfeita com as nossas escolhas, e você vai escutar (em algum momento) comentários desnecessários e que poderão até te magoar de verdade. Sendo assim, para te ajudar, resolvi fazer um post com 10 COISAS QUE NUNCA DEVERIAM SER DITAS PARA UMA MÃE QUE TRABALHA FORA. Tenho certeza de que você vai gostar.

1- “Eu nunca deixaria meus filhos serem criados por outra pessoa”

Mães que trabalham fora de casa, de forma tradicional, PRECISAM contar com a AJUDA de uma escolinha ou avó ou babá, mas isso NÃO significa que existe outra pessoa criando o nosso filho. Só uma mãe sabe que mesmo fora de casa, seja por necessidade ou escolha, estamos sempre perto.

2 – “Nossa, não é difícil passar o dia inteiro longe dos seus filhos” 

É difícil sim! Mas a gente não precisa de ninguém lembrando o tempo inteiro que essa é uma escolha difícil de se fazer! Basta por si só a saudades e a própria culpa (que não deveria existir!) que nos impomos por não estarmos ao lado do nosso filho em tantas descobertas. Então, se não tem nada de bom pra falar… que tal se calar?

3- “Deve ser bom passar o dia todo fora” (quando bom significa fácil)

Não podemos negar que almoçar e ir ao banheiro sem companhia é agradável (e a mãe que disser ao contrário tá mentindo!), mas também é difícil perder momentos dos nossos filhos que muitas vezes são as suas primeiras descobertas. Na época da minha primeira filha, eu admito que esse era a única coisa que me deixava triste, pois eu amava o meu trabalho e amo me sentir intelectualmente produtiva.

4- “Você deve realmente amar o seu trabalho”

Não podemos amar o nosso trabalho? Parece que quando viramos mãe, nosso direito de amar se restringe ao nosso filho. E olha, não é bem assim.. Mãe tem o direito de amar o seu trabalho, se sentir produtiva, amar dormir (mesmo que não o faça com a frequência que gostaria), amar ir ao salão, a acadêmia, sair com o companheiro ou sair para paquerar, SER MULHER… além de ser mãe.

5- “Eu não sei como você consegue”

Não somos super heroínas e não precisamos ser, essa é a ÚNICA VERDADE ABSOLUTA DA MATERNIDADE.  Vamos errar sim! Vamos acertar também. Sabe como eu conseguia sair de casa todo para trabalhar? Sendo feliz com aquilo que eu fazia, sendo feliz com o dinheiro no bolso para suprir as necessidades da minha filha, sendo feliz com o amor que eu recebia e dava quando estávamos juntas, sendo integralmente presente quando eram os nossos momentos. Sendo feliz, fazia a minha filha feliz. Simples assim!

6 – Se você cortar algumas despesas, vai conseguir ficar em casa com os seus filhos!

Pode até ser, mas quem disse que eu quero cortar despesas? quem disse que eu quero ficar em casa? quem disse que eu não quero ir pro meu trabalho e cumprir as minhas funções profissionais? Essa escolha é pessoal e cabe apenas a mãe (e a sua família). De resto, o silêncio é ouro.

7 – Você poderia começar a fazer scrapbook de casa…

Mas, quem disse mesmo que eu queria ficar em casa?

8 – Quando estiver em casa, dê bastante atenção para eles!

Esse era um dos ‘conselhos’ que mais me irritavam! Nenhuma mãe precisa desse conselho, te garanto. Ela espera ansiosa pela hora de voltar para casa para poder abraçar o seu filho, descobrir as novidades do dia, botar para dormir agarradinho…

9 – “Você não precisa de uma promoção no trabalho, você tem filhos, né?”

TODA mãe no mercado de trabalho sofre algum tipo de preconceito por ser mãe, como se isso a impossibilitasse de ser uma boa funcionária, gestora, diretora… Mas as mulheres adquirem qualidades incríveis depois que são mãe!  Elas são pacientes, persistentes, sabem trabalhar da melhor maneira ainda que no caos, sabem fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas ainda são subestimadas, sofrem preconceito e perdem espaço no mercado de trabalho por causa dos seus filhos.

Cabe a mulher decidir se está na hora de receber uma promoção no trabalho, aumentar as suas funções e se dedicar ainda mais a uma nova equipe. Cabe apenas a ela, e a mais ninguém!

10 – Você tem algum familiar ou amigo para cuidar dos seus filhos em caso de doença? 

Em entrevista de trabalho, quem nunca teve que responder a essa pergunta? É triste ver que o mercado de trabalho ainda não sabe acolher as mães. Elas são pacientes, persistentes, sabem trabalhar da melhor maneira ainda que no caos, sabem fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas ainda são subestimadas, sofrem preconceito e perdem espaço no mercado de trabalho por causa dos seus filhos. Algum dia, talvez, as empresas vão perceber que liberar a sua funcionária no dia que o seu filho está doente, para levar ao médico ou para assistir a apresentação de dia das mães na escolinha, só a transforma em funcionária ainda mais motivada e fiel.

Maternidade não é doença e não incapacita uma mãe a ser profissional e mulher. Tá passando da hora de vermos as empresas se rendendo aos encantos e qualidades de uma mãe profissional! Elas tem muito para dar, não tenho dúvidas disso.

Leia também: 10 coisas que nunca deveriam ser ditas para uma mãe em período integral 

Quem concorda?

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Tri For Baby – quadrinhos e acessórios para seu bebê

A TriFor Baby não é apenas uma loja de enxoval moderninhos e lindos para bebê. A empresa, que nasceu em 2014, é filha de três mães super queridas (a Lili, Fernanda e Luciane) e chegou para agradar em cheio as mães mais exigentes e que buscam um produto diferenciado. Quem já me segue há um tempo, sabe que a TriFor Baby faz parte da nossa história! Alice saiu da maternidade vestindo uma saída de maternidade assinada pela empresa e no seu quartinho, um quadrinho com informações sobre o seu nascimento enfeita a parede do seu berço. Sou suspeita para falar, mas amo tudo que as meninas se propõem a fazer, porque tudo é realizado com muito amor e zelo de mãe.

A grande novidade da TriFor Baby é que a partir desse mês, você pode encontrar os quadrinhos e acessórios mais divertidos para o seu bebê! A loja agora conta com quadros personalizados com informações do nascimento, primeiro aniversário, primeiro ano escolar e decorativos, além dos quadrinhos de maternidade!

Vou mostrar só um pouquinho das lindezas que encontramos por lá, vem com a gente!

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Se você, assim como eu, também se apaixonou pelos produtos modernos e criativos da TriFor Baby te convido a conhecer a LOJA ONLINE, instagram (@triforbaby) e fanpage da marca. Dessa forma, você vai acompanhar de pertinhos as novidades que esse trio querido está sempre trazendo para deixar a nossa maternidade ainda mais linda e colorida!

Tudo lindo, não é?

Beijos,

Ananda Urias
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Maternidade ideal é aquela que te faz feliz

Não adianta ter comida fresca e orgânica todos os dias, se no tempero vai stress. Brinquedo de madeira, BLW, parto natural, desmame natural, homeschooling, waldorf, açúcar nem pensar!, fralda de pano, disciplina positiva, criação com apego, colo, colo, colo, tanto colo até doer, que dói as costas e a escolha que não sabe se fez.

Não existe pacote completo, certo é o que conversa com cada realidade. Filhos não querem utopia parental, mas sim presença sincera, troca leve que flutua pela roupa suja acumulada, marmita congelada, lambida no chão. Não existe perfeição.

Deixa a bagunça pra lá, ela pode esperar. Que aumente, implore, mas hoje eu não vou me importar. Quero olho no olho, paz que floreia a casa toda. Vamos em etapas, o quanto der, o que eu quiser. Pode não ser o melhor, mas é, porque melhor é estar bem com você.

Liberdade, liberdade! Maternidade ideal? Aquela que te deixa leve e feliz.

Texto: Marcela Feriani

Lindo, né? Eu adorei e tenho certeza de que vocês vão amar. 🙂

Beijos,

Ananda Urias
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